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terça-feira, 5 de julho de 2011

Bolhinhas de sabão...

Tenra filosofia...

Teve uma época que eu não me preocupava com nada. Não me lembro bem da data, pois nessa época eu não datava.
Sei que era pobrezinho, não tinha acesso a tv(Por Tutatis, como era bom não ter TV, éramos obrigados a pensar, a criar!), mas tínhamos muita mamona espalhada pelos baldios terrenos baldios. Nós cortávamos seus caules para fazer canudinho de bolhinha de sabão. Você sabe “né”? Uma velha caneca e sabão, nessa época não tinha máquina de lavar lá em casa, muito menos sabão em pó. O sabão era em barra parecia um tijolo... na cor e no gosto! rsrs

Tenho falado com tanta gente chata, você sabe do que estou a falar? Temos que ouvir tantas bobagens ao longo do dia. Ninguém mais quer brincar. Todos querem ser sérios. Eu por mim só quero dignidade. Daquelas que não nos deixam roubar o lanche do coleguinha quando ele está distraído, apesar de nossa fome ser grande. Daquelas de dividir o doce quando podemos escondê-lo ou de ocultá-lo quando há muitas bocas e pouco doce.

E para os que querem me passar sermão.
Eu não ajo com indiferença não!
E aos muitos hipocritas de plantão,
Lhes digo: Ah! Vão  soprar sabão!

As rimas são pobres, mas o poeta... esse é mísero!

?:0)

Carlos Kurare ( um escritor para quem sabe ler nas entrelinhas)

Trio Esperança - Bolinha de sabão


E por falar em bolha ou bola de sabão, você lembra do Bolinha e da luluzinha? Não? Ah! Vá perguntar à sua mãe ou a sua avó!

Festa do Bolinha - Trio Esperança


Luluzinha - O Ventríloco


Carlos Kurare ( um escritor para quem sabe ler nas entrelinhas)

Perdoe-me, mas vou viajar na maionese.

Aceita um café? Afinal você sabe que "eu aceito até café frio, desde que a companhia seja quente! (Carlos Kurare)

Café Seleto - Depois de um sono bom

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Miauuuuuuuuu



Acho que vi uma gatinha...

Um dia vi no meu quintal
Uma gatinha bela, mas muito assustada
Chamei-a e ela fez miau
Vi nos seus olhos que estava angustiada

Seu pelo era crespo olhos castanhos e cor amarela!
Não sei se eu a assustava ou se o susto era só dela?

Ao aproximar-me, lançou-se ao ar, fugiu do meu carinho!
Sei que a queria pra mim e logo lhe dei o nome de Anabela.
Era linda, meiga e inteligente, mas não me dava muita trela,
E num pulo veloz saltou o muro e mudou-se de escaninho!

Hoje quando chego perto, chego devagar, bem devagarinho.
Não quero assustá-la, não quero que saia do meu quintal
Amo-a e não lhe quero nada de mal, pois adoro o seu miau.
Quero-a ao meu lado, dia e noite no calor do meu colinho.

Miauuuuuuuu

11/1/2011 04:50 - Sampa - Carlos Kurare

Tá... eu sei... tá ... o poema é bobinho. A questão é: fui mais bobinho ao escrevê-lo ou ao publicá-lo?

Adriana Calcanhotto-Gatinha manhosa - Composição: Erasmo Carlos


Gatinha Manhosa
Composição: Erasmo Carlos


Meu bem
Já não precisa
Falar comigo
Dengosa assim...
Briga, para depois
Ganhar mil carinhos de mim
Se eu aumento a voz
Você faz beicinho
E chora baixinho
E diz que a emoção
Dói seu coração...
Já, não acredito
Se você chora
Dizendo me amar
Eu sei que na verdade
Carinhos você quer ganhar...
Um dia gatinha manhosa
Eu prendo você
No meu coração
Quero ver você
Fazer manha então
Presa no meu coração
Quero ver você...(2x)

A cada passo... uma brasa a menos... para o horizonte.

A vida é um caminhar em brasas... Enquanto manteres o ritmo do caminhar... não queimarás os pés.  Carlos Kurare