domingo, 8 de julho de 2012

Marionetes de vidro

É cristalino: tem muita gente de vidro, fragmentando-se com o impacto da modernidade!
Carlos Kurare



Sampa - 6/7/2012 02:00
 
lili 1953

Sinopse

"Lili Daurier é uma doce e inocente jovem francesa de dezesseis anos que, ao se ver órfã, viaja a uma cidade costeira na esperança de encontrar trabalho junto a um padeiro amigo de seu falecido pai. Uma vez lá, toma conhecimento, através do proprietário de uma loja vizinha à padaria, que a pessoa que ela procura também morreu recentemente. Ao vê-la desesperada, por não ter para onde ir, este tenta se aproveitar de sua ingenuidade, mas Lili é salva por Marc, o Magnífico, um simpático mágico que vem se apresentando na cidade, juntamente com um teatro mambembe de marionetes.

Ao seguir com Marc, a jovem tem a oportunidade de conhecer dois de seus companheiros, Paul Berthalet e Jacquot, os quais na verdade trabalham com as marionetes. Com o intuito de ajudá-la, Marc convence Corvier, gerente do restaurante do teatro de variedades, a empregá-la. Ela, no entanto, perde o emprego depois de sua primeira noite, por não conseguir dar conta do trabalho como garçonete, principalmente por passar grande parte do tempo a observar, encantada, o show apresentado por Marc e sua assistente, Rosalie.

Após ser despedida, Lili vai até Marc, por quem se sente apaixonada, na esperança de que ele a ajude novamente, mas este, mostrando-se arrogante e sem escrúpulos, sugere-lhe que volte para o dono da loja vizinha à padaria onde ele a encontrou. Arrasada e sem lugar para ir, a jovem coloca suas coisas no chão e começa a subir uma escada com a idéia de cometer suicídio, quando uma das marionetes fala com ela. É claro que as marionetes estão sendo controladas por Paul que, pressentindo o que Lili estava para fazer, decidiu salvá-la. As marionetes interagem com a jovem, cantando uma canção que a faz rir e esquecer seus problemas. O show é testemunhado por outros artistas da trupe. Paul e seu assistente, Jacquot, que apenas mexe uma das marionetes enquanto Paul faz as vozes, decidem pedir à Lili para que ela passe a participar dos shows.

Paul havia sido um grande dançarino antes de ser ferido durante a 2ª Guerra Mundial, quando se tornou manco. Tal deficiência fez com que ele se dedicasse ao trabalho com marionetes, uma forma de se apresentar para uma platéia escondendo-se por trás das cortinas.

Comovida e agradecida pelo convite recebido, Lili veste-se a cada noite com seu mesmo vestido simples e interage com as marionetes, como se elas fossem pessoas de verdade. Em sua inocência, que lhe possibilita aceitar os quatro personagens como reais, ela lida com a platéia e faz com que o espetáculo se torne um sucesso e seja reconhecido por dois agentes de Paris, Tonit e Enrique.

Paul apaixona-se perdidamente pela jovem, embora não tenha esperanças em ser correspondido, pois ainda carrega a amargura de ser manco. Por outro lado, Lili continua a sonhar com Marc, o mágico. Ela chega a comprar um vestido novo, que a faz aparentar mais velha, e o aborda em seu trailer. Ao vê-los juntos, Paul fica de coração partido. Marc, por outro lado, que não demonstra o menor afeto por ela, ao sair correndo, deixa cair algo no chão. Ao se abaixar para apanhar o objeto caído, Lili descobre que se trata da aliança de casamento do mágico com Rosalie, fato que o casal mantinha em segredo por motivos profissionais.

Lili devolve-lhe a aliança e se prepara para ir embora de vez, mas novamente as marionetes a trazem de volta para que participe do seu próximo número. De repente, ela percebe que as falas dos bonecos nada mais são do que mensagens de amor a ela dirigidas por Paul, concluindo que ele a ama profundamente, mas que, talvez por ser manco, tenha medo de que ela não o aceite.

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Comentários

Baseado na história "Love of Seven Dolls" de Paul Gallico, "Lili" é um dos mais deliciosos filmes do início da década de 50. Realizado pelo cineasta Charles Walters, narra a história de uma jovem órfã de dezesseis anos que se junta a um grupo mambembe, onde passa a trabalhar num espetáculo de marionetes.

Walters cria um inesquecível mundo de fantasia, cuja heroína é interpretada pela atriz francesa Leslie Caron, na época com 22 anos de idade. Sua magnífica atuação a levou a ser indicada ao Oscar de Melhor Atriz, perdendo injustamente a estatueta para Audrey Hepburn, por seu trabalho em "A Princesa e o Plebeu". A química entre os dois principais personagens é indiscutível.

Na trilha sonora, ganhadora do Oscar, destaca-se a canção Hi Lilli, Hi Lo", interpretada por Leslie Caron e José Ferrer. Ao clicar acima, em "Cenas do Filme", tem-se a oportunidade de se assistir a esse número.

Embora não se trate de um verdadeiro Musical, Walters consegue inteligentemente inserir algumas seqüências de dança, a título de sonhos, através das quais tira proveito das qualidades da bailarina que Leslie Caron também era. Numa das seqüências, Lili aparece roubando Marc de Rosalie. A mais importante é, sem dúvida, o balé que ocorre ao final, quando Caron tem uma melhor oportunidade de mostrar sua graciosa dança.

Finalmente, o filme ainda procura passar uma grande mensagem, qual seja a de quão importante é, ao julgar as pessoas, ter sempre o cuidado de olhar além das aparências."
Fonte: http://www.65anosdecinema.pro.br/1185-LILI_%281953%29

sábado, 7 de julho de 2012

Origami...

Na quebrada da noite, eu quero desdobrar-me nas dobraduras do seu corpo, e em êxtase, revirar-me no seu avesso, e transformá-la num imenso Origami.

Poemicro de Carlos Kurare

Sampa 15/06/12


Banho de Espuma - Rita Lee comp:Rita Lee/Roberto de Carvalho

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Có... có... có...

 
"Diga-me com quem andas e lhe direi quem és!"


Ouvi a história abaixo no ano de 1994 e a contei várias vezes de outras formas, mas sempre com o mesmo intuito: o de provocar mudanças!
Mas enfim, é uma grande verdade, eu sei, pois nasci num galinheiro, e comi muito inseto e resto de refeições, minha visão era curta como a distância que a tela do galinheiro me permitia. Um dia comecei a ler livros que me permitiram voar. A partir desse dia criei um plano de fuga para que me permitiu escapar do galinheiro intelectual que vivia.
Hoje voo, mas ainda trago um pouco do cheiro das galinhas, ainda voo pesado e sem muita malicia, mas voo, pois galinha não sou... sou águia! Uma águia como você é ou pode tornar-se! Caso você não se sinta águia. É pelo fato de estar no meio das galinhas. Pule a cerca! Fuja dessas penosas medíocres! Vem pra cá pra cima! Leia o plano de fuga nas páginas deste blog.
Lembre-se: galinhas vivem ciscando o chão, pois é lá que encontram minhocas e outros insetos, águias só olham pra baixo quando dão um voo rasante à caça de uma refeição.
Espero ter aberto o seu olho de águia!
Carlos Kurare

"Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização. Oxalá nos faça pensar sempre a respeito.

"Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia.
Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha.
Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.
Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
- De fato, disse o homem.- É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.
- Não, retrucou o naturalista.- Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:
- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!

A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.

O camponês comentou:

- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não, tornou a insistir o naturalista. - Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.
Sussurrou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!

Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.

O camponês sorriu e voltou a carga:

- Eu havia lhe dito, ela virou galinha!

- Não, respondeu firmemente o naturalista. - Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.

No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e
dourava os picos das montanhas.

O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:

- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!

A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte.

Foi quando ela abriu suas potentes asas.

Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto.

Voou. E nunca mais retornou.

Fonte: Leonardo Boff"
Fonte: http://sacraliza.blogspot.com/2010/10/podemos-voar-ser-mais-do-que-pensamos.html

A Fuga das galinhas

A Fuga das galinhas - chicken run (uma boa animação para ver com as crianças)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Não tenho tempo a perder...

O tempo é o nosso bem mais precioso, pena que leve tanto tempo para percebermos seu valor!
Carlos Kurare

Titãs e Os Paralamas do Sucesso - Go Back


Titãs - "Go Back", clipe original

Go Back
Titãs

Você me chama
Eu quero ir pro cinema
Você reclama
Meu coração não contenta
Você me ama
Mas de repente
A madrugada mudou
E certamente
Aquele trem já passou
Se passou, passou
Daqui pra melhor
Foi!

Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder
Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder...(2x)

Você me chama
Eu quero ir pro cinema
Você reclama
Meu coração não contenta
Você me ama
Mas de repente
A madrugada mudou
E certamente
Aquele trem já passou
Se passou, passou
Daqui pra melhor
Foi!

Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder
Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder...(2x)

-"Não é o meu país
É uma sombra que pende
Concreta
Do meu nariz em linha reta
Não é minha cidade
É um sistema que invento
Me transforma
E que acrescento
À minha idade
Nem é o nosso amor
É a memória que suja
A história que enferruja
O que passou
Não é você
Nem sou mais eu
Adeus meu bem
Adeus! Adeus!
Você mudou, mudei também
Adeus amor! Adeus!
E vem!"

Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder
Só quero saber
Do que pode dar certo
Não tenho tempo a perder...(2x)

domingo, 1 de julho de 2012

I ...happy again!

O jovem frankenstein - Com um elenco fantástico mais uma  Comédia deliciosa de Mel Brooks

Há muito tempo procuro este curta em stop-motion, o vi anos atrás. Hoje lembrei-me dele e numa de minhas muitas pesquisas na internet finalmente encontrei-o. Seja você também... feliz novamente!
Carlos Kurare

Frankenstein Punk (1986) direção de Cao Hamburguer e Eliana Fonseca..


"Frankenstein Punk"
1986, 35mm, cor, 12 min.
produção: Cao Hamburger, Eliana Fonseca

A história de Frank, uma criatura diferente, nascida ao som da música "Singing in the rain", que parte em busca da felicidade. (texto extraído do site portacurtas.com.br)
festivais:
- Festival de Gramado 1986: Melhor Filme - Júri Popular; Melhor Fotografia; Melhor Som; Prêmio Especial de Animação
- Festival do Rio BR 1986:Melhor Curta

ficha técnica:
roteiro: Cao Hamburger, Eliana Fonseca
edição: Michael Ruman
animação: Vivian Altman
trilha original: Fernando Salem
edição de som: Michael Ruman
cenografia: Ana Mara Abreu, Vivian Altman, Pedro Mendes da Rocha, Maurizio Zelada, Ana Rita Bueno

técnica:
bonecos
Postado por Pedro Iuá às 20:35
Marcadores: acervo 1986, bonecos, gênero: curta-metragem

Fonte: http://www.stopmotionbrasil.art.br/2009/05/1986-16mm-cor-13-min.html

sábado, 30 de junho de 2012

Racismo...

Á nossa volta há muitos seres inumanos e não percebemos isso até ser tarde demais.
Não estamos longe de um novo Hitler aparecer. 
A ignorância e a intolerância nos permeiam. 
Carlos Kurare

Olhos Azuis (Jane Elliott - Eye Of The Storm)
Quem me recomendou que visse este documentário foi a minha amiga Heloísa de São Paulo - SP
Adorei o documentário Professora!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Devagar se vai ao longe, mas quando se chega a "festa acabou o povo sumiu a noite esfriou!"




Vá devagar, mas... sem delongas!
Carlos Kurare


Por Sandra Maia
Marcos havia conhecido “a mulher dos seus sonhos” há uma semana! Estava totalmente apaixonado e, pareceu-me mais que, empolgado, com o encontro, com a possibilidade, às coincidências... Tudo se encaixava perfeitamente e, ele – o príncipe – vivia um conto de fadas...

E, em meio a essa paixão toda, ele comentava – o quanto a relação era diferente de tudo o que viveu até então. De como a outra – a nova namorada - estava apaixonada por ele.. Como tudo era mágico... Até que... Bem, até que – a namorada – de tanto doar-se – se percebeu em uma prisão... Não podendo sustentar tamanha “generosidade”, pediu um tempo! Pediu para que fossem mais devagar, para que se acalmassem... Ele, pobre, não entendeu nada!
A namorada era quem ditava, a partir de agora, o ritmo dos encontros. A outra é quem lhe sinalizava que tudo era único, agora, do nada: UM TEMPO! Não, ele não suportou...
Algumas semanas depois, ela já recomposta, tentou retomar a relação, afirmando ter errado: Ele, a relação, tudo era exatamente do jeito que ela queria!
Ele, bom, ele já não queria mais. Havia nesse meio tempo se apaixonado pela vida, por si mesmo, pelos outros... Agora era a sua vez de DAR-SE UM TEMPO...
E, que ironia! Como é mesmo frágil uma relação. Principalmente, no início, quando os vínculos não estão ainda estabelecidos. O compromisso, não firmado. A confiança, não conquistada...
É! Começar uma relação não é realmente tarefa fácil. É para quem está com tempo, vontade e ânimo de investir em si mesmo, no outro, e no relacionamento: tudo ao mesmo tempo...
Não há outra forma, não há outra maneira de fazer “a coisa” durar, ser prazerosa, inclusiva.
Extrapolando um pouco, ouso dizer que não são só as relações que estão no início são frágeis... Os relacionamentos de longa data também demandam querer. Demandam presença. Atenção. Cuidado! Querem ser vividos, querem ser escolhidos todos os dias. Demandam amor incondicional e, o desejo que não pode ou deve ser confundido com o desejado.
Afinal, já temos em nós tudo o que precisamos para uma vida plena. Trazer o outro para esse nosso mundo pede, concessões, composições, renúncia, adequações... E, para isso tudo há que estar disponível – de corpo, coração, mente e alma... Há que desocupar-se – e abrir espaço, para que um outro possa ser incluído. E, mais, um outro com seus sonhos, suas incertezas, suas incoerências e, seu aprendizado... É preciso não se esquecer que esse outro, tem também seu caminho a percorrer.
Se pudermos compreender o quanto isso tudo é verdadeiro, o quão frágil é a relação e, o quão desafiador é mantê-la por um longo tempo, talvez então, estejamos prontos para torná-la forte. Fazer com que o encontro – se torne em um envolvimento tão profundo que seja capaz de ressaltar em cada um a sua individualidade, o self...
Boa semana!
Dica do texto da  Andréa - São Paulo - SP



Coloquei está música na voz do Daniel artista predileto da Maria. Faço aqui uma singela homenagem a ela que foi um dia minha Empregada Doméstica. Viviamos em perfeita simbiose. Ela tinha por sonho em sua juventude ser advogada. Não sei se um dia o será, mas sei que seus filhos, graças a sua têmpera forte, um dia chegarão lá. Querida Maria... curiosamente ao preparar esta postagem estou a usar o pano de prato que me deu.
Puxa fiquei emocionado aqui...
A Maria é um exemplo de como oportunidades podem mudar uma pessoa. Quando veio trabalhar conosco não sabia cozinhar direito, não sabia usar um microondas, seus filhos não sabia usar um computador, ela não sabia costurar. Hoje costura para fora, mexe em microondas, suas crianças sabem informática, sua filha faz curso de auxiliar de enfermagem, e tenho fé que um dia cursará uma universidade.

Para pessoas menos favorecidas como ela, da cor preta do carvão, não basta só força de vontade, faz-se necessário oportunidades!
Carlos Kurare




Ando Devagar - Almir Sater & Daniel

MARTINHO DA VILA Canta no Festival de Marisco na cidade de Olhão - ALGARVE

MARTINHO DA VILA " É DEVAGAR DEVAGAR DEVAGARINHO "

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Armagedon...



A DRAMATIC SURPRISE ON A QUIET SQUARE


To launch the high quality TV channel TNT in Belgium we placed a big red push button on an average Flemish square of an average Flemish town. A sign with the text "Push to add drama" invited people to use the button. And then we waited... Discover here what happened or visit http://www.tnt-tv.be for more info.

TNT. We know drama.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Nó Górdio...O que não consigo desatar eu corto!


Crie laços com as pessoas que lhe fazem bem, que lhe parecem verdadeiras e desfaça os nós que lhe prendem aqueles que foram significativas na sua vida,mas infelizmente,
 por vontade própria - ou do destino, deixaram de ser...
Nó aperta, laço enfeita...
simples assim.



Nó górdio

A provável lenda do nó górdio remonta ao século VIII a.C.

Conta-se que o rei da Frígia (Ásia Menor) morreu sem deixar herdeiro e que, ao ser consultado, o Oráculo anunciou que o sucessor chegaria à cidade num carro de bois. A profecia foi cumprida por um camponês, de nome Górdio, que foi coroado. Para não esquecer de seu passado humilde ele colocou a carroça, com a qual ganhou a coroa, no templo de Zeus. E a amarrou com um nó a uma coluna, nó este impossível de desatar e que por isso ficou famoso.

Górdio reinou por muito tempo e quando morreu, seu filho Midas assumiu o trono. Midas expandiu o império, porém, ao falecer não deixou herdeiros. O Oráculo foi ouvido novamente e declarou que quem desatasse o nó de Górdio dominaria toda a Ásia Menor.

Quinhentos anos se passaram sem ninguém conseguir realizar esse feito, até que em 334 a.C Alexandre, o Grande, ouviu essa lenda ao passar pela Frígia. Intrigado com a questão, foi até o templo de Zeus observar o feito de Górdio. Após muito analisar, desembainhou sua espada e cortou o nó. Lenda ou não o fato é que Alexandre se tornou senhor de toda a Ásia Menor poucos anos depois.

É daí também que deriva a expressão "cortar o nó górdio", que significa resolver um problema complexo de maneira simples e eficaz.
Fonte: http://pt.wikipedia.org

AMELINHA - Mulher nova, bonita e... - ABOUT TO THE WOMEN TOP OF
Poema do repentista OTACILIO BATISTA" numa composição com ZÉ RAMALHO.

terça-feira, 26 de junho de 2012

"A verdade é filha do tempo" M. T. Cícero

Li o sucesso não ocorre por acaso em 1994. Recomendo sua leitura. Há uma versão para jovens.

Carlos Kurare

Assista à íntegra da entrevista com Lair Ribeiro (1993) - Programa Roda Viva - TV Cultura

A cada passo... uma brasa a menos... para o horizonte.

A vida é um caminhar em brasas... Enquanto manteres o ritmo do caminhar... não queimarás os pés.  Carlos Kurare