domingo, 13 de fevereiro de 2011

Quem vem acender faróis na costa do mar bravo?!

Está postagem foi publicada originalmente em 17/02/10 e como a maioria dos textos que publico na internet não sofreu revisão devido a pressa, afinal... posto todos os dias! Escrever a postagem para o blog, não é um processo complexo para mim, mas exige muito tempo de dedicação em pesquisas para achar as fotos e as músicas que quero. Além de ter que usar um software limitado para a montagem dos textos e fotos.
Em suma: É simples... mas não é fácil!


Às vezes me pergunto isso, quem vai me telefonar nesta madrugada quente, onde meus pensamentos desintegram-se como a comida congelada que mal comi (na verdade comi e comi-a mal), afinal que “mau” comi? O telefone não toca, mas isso não é tão assustador quanto ao fato de eu não ter para quem tocar isso sim é amedrontador: não ter para quem ligar de madrugada é o mesmo que estar perdido no roteiro como em Lost. Nessas horas que é bom ter-se um amigo como o house, pois podemos ligar e não ligar de ferrar com o sono dele.
Você já se perguntou? Por que não toco pessoas? Por que elas não me tocam? Por que tocamos em frente, sem nos tocar que, sentar num toco e refletir, por uma música pra tocar, possa tocar nossa alma que, precisamos tocar em frente.
Tocar pessoas, tocar o ser amado, ou se tocar que, se não temos um ser amado, é por que não estamos tocando a música certa, não estamos no ritmo.
Podemos ir de férias a Disneylândia e dar boas risadas, trazer boas recordações, mas o legal pra mim é ter uma companhia que me faça rir, chorar, cantar, amar, “sexuar”, e me toque com dedos de borboleta, todos os dias do ano. A diney que se dane! Quero é ouvir sininhos, sem pegar fila, quero é patetear e plutear, sem avarentismos Patinhescos.
Cadê o lampadinha, acende o farol!!! Puxa não leio um quadrinho desses há décadas! Bem, leio os meus, afinal, minha vida é quadradinha. Preciso me purificar... Quero ir pro mar, sentar na quente areia da praia e contar historinhas de fazer sorrir, chorar, e gargalhar. Mas não quero ir sozinho! Topas?
Carlos kurare

Poema na voz de Carlos Kurare


Poema Noite de Manuel da Fonseca na voz de Carlos Kurare


Noite

Milhões de barcos perdidos no mar!
Perdidos na noite!
As velas rasgadas de todos os ventos
os lemes sem tino
vogando ao acaso
roçando no fundo
subindo na vaga
tocando nas rochas!
E quantos e quantos naufragando...
Quem vem acender faróis na costa do mar bravo?!
Quem?!
Manuel da Fonseca, Rosa-dos-Ventos

Um comentário:

Luna disse...

Ah Carlos...esta postagem é uma das minhas preferidas, um convite à mais pura felicidade!

Na época comentei:

A cada dia te reconhecendo, sem ao menos tê-lo conhecido, digo, te conheço tão bem...

Adorei o apelo escrachado, digno dos corajosos, dos que sabem, ou que ao menos já souberam, o que é ter um amor de verdade.
2/8/10 08:16

Muito além de um jardim!

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