sábado, 31 de dezembro de 2011

É estranho... mas há os que se sentem sós, mesmo quando estão cercados de várias pessoas.

Uluru - Austrália
Às vezes me vejo ilha, ilhado num oceano de terra!
Carlos Kurare
Sampa - 12/12/2011 09:17


Hermes Aquino - Nuvem Passageira


Uluru
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Uluru (também Ayers Rock ou a Rocha) é uma enorme formação rochosa situada ao Norte da área central da Austrália, no Parque Nacional de Uluru-Kata Tjuta perto da pequena cidade de Yulara, 400 km sudoeste de Alice Springs - latitude 25°20'40.54" S 131° 02'07.25" E. É o segundo maior monolito do mundo (depois de Monte Augustus, também na Austrália), mais de 318 metros (986 ft) de altura e 8 km (5 milhas) de circunferência. Também se estende 2,5 km (1.5 milhas) de profundidade no solo. Foi descrito pelo explorador Ernst Giles em 1872 como "o seixo notável."


Feliz ano novo!!!

Quino
Obrigado pela sua companhia em 2011! Desejo encontrar você aqui em 2012!!!
Fique bem!
Carlos Kurare


Somewhere Over the Rainbow- Israel "IZ" Kamakawiwoʻole's

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O que me preocupa na modernidade não são os jovens sem limites...

 O que me preocupa na modernidade não são os jovens sem limites, 
mas sim, os pais desregrados que os criam!

Confundir liberdade com libertinagem gera o círculo vicioso da permissividade!

Carlos Kurare
 Sampa - 25/10/2011 21:06
Isso me cheira a círculo vicioso da permissividade!

"Pais de hoje educam os filhos para o trabalho, mas não para o amor"
 Rosa Avello

"Pais de hoje educam os filhos para o trabalho, mas não para o amor
Eles fazem tudo que podem para mostrar aos jovens o quanto é importante desenvolver uma carreira, mas se esquecem de ensinar-lhes como lidar com os relacionamentos afetivos. O resultado é a formação de adultos bem-sucedidos profissionalmente e incompetentes no âmbito amoroso, pessoas que sofrem solitárias ou fazem sofrer quem com elas se relaciona.

Uma amiga queixou-se que o filho rejeita o vínculo afetivo duradouro. Aos 32 anos, acha que o amor é hipocrisia. Lembrei-me, então, de como ela e o ex-marido sempre proporcionaram a esse rapaz conforto e luxo, conseguidos graças à dedicação de ambos ao trabalho. Depois de separados, persistiram na missão de servir de exemplo ao filho, mostrando orgulho pela carreira construída e pelos ganhos financeiros. Essas lembranças me levara a refletir sobre as mensagens hoje transmitidas aos jovens sobre carreiras e relações afetivas. Que diferença!

Pais como minha amiga e o ex-marido educam os filhos para admirar e valorizar a carreira. Mas quase não vejo pais que os eduquem de modo a ver a relação amorosa como um patrimônio que deva ser cuidado para que dele tenham orgulho no fim da vida.

Noto pais sacrificando para dar aos filhos exemplo de profissionalismo. Mas não vejo casais cultivando uma relação gostosa e consistente que sirva de exemplo para os filhos. Conheço pais que não medem esforços para que os filhos aprendam a comunicar-se em outros idiomas. Nunca encontrei pais que procurassem incentivar seus rebentos a comunicar-se sem mentiras e manipulações. Ouço pais e mães citando gurus corporativos para inculcar nos filhos a atitude de vestir a camisa da empresa. Mas não conheci pais e mães que se esforçassem para ensinar-lhes a serem cônjuges fiéis.

Existe muita dedicação na aquisição de competências profissionais e pouca na de competências para a vida amorosa. As pessoas acreditam que nasceram sabendo como se relacionar afetivamente. Mas cresce o número de relações sem harmonia e dignidade, de pessoas incompetentes afetivamente, que geram sofrimento em quem se envolve com elas.

Respeito e compromisso aparecem no discurso da maioria, mas não nas atitudes. Cansei de ouvir relatos de rapazes que conhecem moças na balada e as levam para casa, para uma noite de prazer. De madrugada, elas vão embora - e eles voltam a dormir, despreocupadamente, a despeito dos perigos da cidade. Não há sensibilidade e respeito da parte deles, e elas não se fazem respeitar nesta questão. Ligar no dia seguinte para agradecer pelos momentos passados juntos, então, nem pensar! São descartáveis uns para os outros. Compromisso é um conceito que parece referir-se a casamento apenas e não ao cuidado que devemos ter com alguém com quem estivemos envolvidos, ainda que por pouco tempo.

As moças dizem que os rapazes somem de repente. Não ligam, não atendem às chamadas, não dão notícias. Por e-mail a desculpa é sempre a mesma: "Estou atolado de trabalho!" Descobre-se depois que saem com outras. Isso é falta do quê? Educação? Respeito? Caráter? Ora, se alguém some do trabalho sem dar motivo é demitido por justa causa!

Não me entenda mal, leitor. Não coloco o trabalho em oposição à relação amorosa. Creio que ambos são imprescindíveis para o equilíbrio e a saúde mental. Creio também que é infeliz quem busca realização em um ou em outro apenas. Meu alerta é no sentido de conscientizar e sensibilizar. Se o cuidado na educação para as relações amorosas fosse igual ao que se dá à formação profissional não haveria tanta gente sozinha, infeliz ou vivendo relações insanas."

Rosa Avello*, psicoterapeuta na capital paulista, é especialista em sexualidade humana pelo Instituto Sedes Sapientiae, em psicodinâmica aplicada aos negócios pelo Grupo Dirigido (GD) e na aplicação do MBTI (instrumento de identificação dos perfis psicológicos) pelo Instituto Felipelli.

Beth carvalho - O meu guri - música de Chico Buarque


Por favor, ao usar uma de minhas frases cite-me como autor. Infelizmente tenho visto muitas de minhas frases em outros blogs e sites, sem autoria ou pior: com autoria falsa. Obrigado!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

VerDE Novo: Quero afeto alvejando o meu quintal...

Você vai  me perdoar... mas eu gosto da foto acima
  e quero voltar a vê-la da janela lá de casa,
porque deu sodade!
Carlos Kurare

Deu saudade de um tempo onde parecia que pessoas viviam com pessoas, parecia que não havia esse egoísmo no ar. Parecia que dividíamos o pão pelo simples fato de termos pão!

Estou só  num mundo de solitários, não quero aparências, pois já as reconheço! Quero abraços... Abraçados e apertados!

Quero afeto alvejando o meu quintal...
cueca e calcinha balançando no Varal!

Carlos Kurare
Sampa - 18/1/2011 04:32


Ai Deu Sodade!


ERASMO CARLOS - SENTADO À BEIRA DO CAMINHO


alvejar:(alvo+ejar) vtd 1 Tornar alvo ou branco: Alvejar o açúcar. vtd 3 Branquejar, mostrar-se alvo: O algodoal alvejava. vint 4 Alvorecer, despontar: Eis que já alveja a manhã.

Postagem feita originalmente em 04/02/11

É rápido e indolor!

Por favor, leia a matéria e, se julgar correto, assine a petição. 
É rápido e indolor!
Obrigado!
Carlos Kurare


http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=Priscila

Clique aqui para ler o texto e assinar a petição que beneficiará gente que sofre de dores e precisa de remédios para amenizá-las.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Uma coisa é uma coisa! Outra coisa é outra coisa!

O Coisa - Quarteto Fantástico
 Amo meus amigos pelo que são, e não pelo que serão!

Sugerir pequenas mudanças é uma coisa, mas cobrar mudanças...

Penso que onde há cobranças numa relação de amor ou de amizade é por que antes houve miopia ao ver-se o ser amado ou o amigo, pois o que cobra não enxergou adequadamente o outro, apenas o projetou.

Amor e amizade precisam de aceitação! Onde há aceitação, a cobrança não se faz presente! Na relação que há cobrança é por que um dos parceiros está a tentar mudar o outro. Ele quer que o outro se adéqüe ao que ele projeta. Isso é em muitos casos o prenúncio do fim. 

Podemos encontrar a amizade... o amor! Podemos até sugerir mudanças aos entes queridos, mas não podemos cobrá-las. 
Mudanças são fundamentais na vida de todos, temos que mudar constantemente! Só “múmias paralíticas” não mudam. 

Eu mudo de idéias, mudo de lugares, mudo de colegas, mas procuro manter certas coisas imutáveis, meus amigos por exemplo. Preocupo-me com eles e dou sugestões para mudanças, se as fazem fico feliz, se não as fazem procuro não me martirizar, pois são meus amigos e os amo e respeito pelo que são, e não pelo que serão.

Carlos Kurare
Sampa - 05/12/2011 23:18

Ah... Amália!


Foi Deus - Amalia Rodrigues

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Em algum lugar no fim do arco-íris há um pote de ouro...

Dizem que isso é história, eu digo que é História!
Não! Ainda não vi nenhum pote de ouro, mas também não vi mais que uns 4 arco-íris nos últimos dez anos.
E você, quantos arco-íris viu nos últimos anos?
Carlos Kurare 

Ps.: Não vale os que viu depois de ter lambido sapo, comido cogumelo amarelo ou lambido selo de carta antigo!
Somewhere Over the Rainbow Andre Rieu

domingo, 25 de dezembro de 2011

Feliz natal pra todos... Feliz natal!!!

Desejo-lhe a mesma felicidade que certamente terei hoje: a de passar o Natal  ao lado da pessoa que esteve mais presente na minha vida,
nos bons e maus momentos!
Carlos Kurare

Quer saber qual foi a pessoa mais presente na minha vida?

Elvis Pesley e Martina McBride - Blue Christmas


Não me lembro do natal do ano passado... me deu neve!

Bandeira do divino - Ivan Lins, Zizi Possi, Simone e Vercilo

Está música cantei muito com meus filhos quando eram pequenos.
Dica da Regina que, infelizmente por ter língua presa, não canta muito bem!
?:o)

sábado, 24 de dezembro de 2011

Quem são realmente nossos amigos?



Nossos amigos não são os que aparecem no nosso funeral, nossos verdadeiros amigos... são os que aparecem para impedir a nossa morte

Carlos Kurare.


Por favor, ao usar uma de minhas frases, faça a gentileza de citar-me como autor.
Obrigado pelo carinho!

Mary and Max - Animação - "Amigo é coisa pra se guardar!"

Vídeo dica da Vilma

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Tic tac... tic tac... tic tac!

Hoje o meu Blog atingiu Meio-Milhão de visitas!
Para alguém como eu, que muitas vezes tem dificuldades para andar... até que fui bem longe!


Obrigado por sua visita,
volte sempre!
?:o)





Ei! Que tal chegarmos a um milhão juntos?!
Um grande abraço!

Carlos Kurare

Queen - We are the Champions -Legendado em português


Dados das visitas referente ao período de julho de 2010 a dezembro de 2011. Informação fornecida pelo Blogger empresa do grupo Google.

Meio-milhão...

Agora faltam menos de 10 visitas para o visitante de número 500.000! Se for você esse visitante ou seu número mais se aproximar dele, por favor, faça um print screen da página e envie-me-a! Para tirar uma cópia da página, faz assim: clique no botão PrtScn do seu teclado (ele fica à direita no alto) depois vá ao programa paint e cole essa imagem lá (basta dar um ctrl + c) . 
Envie o arquivo da foto para o meu email: carloskurare@gmail.com Obrigado pela gentileza! 

Carlos Kurare

"Ê, ô ô, vida de gado, povo marcado, ê, povo feliz" Zé Ramalho


Eu não quero acordar numa cama “Barata”, nem quero me ver num “Processo” autodestrutivo, mas se preciso for farei a “Revolução dos Bichos” e escalarei a “Muralha da China”, para estar com você num “Admirável mundo novo”!
Carlos Kurare
Sampa - 3/12/2011


Zé Ramalho-Admirável Gado Novo ( Ao Vivo ) - letra

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

VERde Novo: Quero olhos de olhar, e de ver estrelas!



São 2:14h de uma madrugada insólita, ouço gotas de chuva num compasso sonolento a fustigar um velha bacia de alumínio.
Isso me fez lembra o crepitar de fogueiras antigas em terras distantes, dentro de um saco de dormir sobre relva macia e fresca. Num tempo no qual eu olhava para o céu e via miríades de estrelas salpicadas sobre o manto negro de uma noite de verão.
E numa fração de segundos, vinda do recôndito de minha mente, uma névoa de lembranças invade meu quarto, sinto um frio nostálgico e um cheiro de ausência, mesclado com aromas de distância denso ar do quarto.



Com o olhar perdido na parede branca, palavras esvaem-se por entre meus dentes e lábios, num som gutural e soturno...
"Onde andará o meu amor?"
Sampa - 18/12/2010 02:44
Carlos Kurare









Maria Bethânia - Onde Estará o Meu Amor


Bridge over troubled water


The sound of silence - Tradução


the boxer


Maria Bethania - Casinha Branca

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

"Só eu sei... Os desertos que atravessei" Djavan

Redundância...
Eu não gosto da solidão porque ela tem o péssimo hábito de me deixar só “comigo mesmo” e só eu sei o quanto sou uma péssima companhia para mim!
:0)
Carlos Kurare
 Sampa- 2/12/2011

Esquinas - Live - Djavan - letra


O texto a seguir foi retirado do Blog do  Renato Rossbach

"Solidão...Cronica"

"Por que autoconhecimento é antídoto contra solidão...
Todos nós de alguma forma já nos sentimos sozinhos. Ainda que muitos se ocupem em excesso para sequer sentir a falta da companhia de alguém, mesmo quem diz não ter tempo para se sentir sozinho, que solidão é sinal de depressão, doença, coisa para quem não tem amigos, família, com certeza já se sentiu só em alguma fase da vida, em alguma situação. Quem nunca ficou até mais tarde no trabalho apenas por não querer ir para casa? Ou saiu do trabalho e foi se encontrar com os amigos?
Quem nunca se sentiu só após uma separação? E quem nunca entrou em casa e foi logo ligando a TV, o rádio, o computador? Por querer saber as notícias, ouvir música, receber e-mails, conectar-se com outras pessoas? Não, essas podem até serem as justificativas que a maioria diz, mas lá no fundo, o que desejam mesmo é fugir da solidão. E o que significa estar só senão estarmos em nossa própria companhia?

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

"Venha antes que um grito me saia do peito"

Saudade é o sumo que sai quando sua lembrança me espreme o coração
Carlos Kurare
São Paulo - 29/7/2011 18:09


Flor de meu vaso

A flor do meu vaso quebrou-se pelo vento
Venha antes que um grito me saia do peito
Flor da noite, que não exala mais o seu perfume à noite
Quem será que a arrancou de seu ramo?

No canto do céu um arco-íris
Eu como escuridão, você como luar
Se o vento não lhe penteasse os cabelos
Eu me perderia na floresta do sono

Flor de meu vaso, lua de minha varanda
Arrancaram-me de ti, como o peixe da água
Flor de todo sonho, sem cor e perfume
E eu como um rio, que adentra o pântano

Enquanto o céu resplandece azul, a flor do sol
nos ramos do salgueiro, permanece triste em seu coração
E quando aparece o luar, a flor do luar não mais desliza os córregos
Você que acena com as mãos, e às estrelas entrega a sua vida

Desabrochada ficou pelo vento a flor da flor
E ao você fechar os olhos, faltam duas estrelas
E o sol queimando a flor
Flor de meu vaso, lua de minha varanda

Tradução de Farrokh Chadan


SIMIN GHANEM, سيمين غانم - Gole Goldoone Man, گل گلدون من ♥ LYRICS

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

As pessoas mudam?

Eu acredito, sinceramente, que as pessoas possam mudar:
Mudar de casa, mudar de cidade, mudar de roupa!!!
Carlos Kurare
Sampa - 18/12/2011 



Ah! Adoro essa música do Adoniran!

Apaga o Fogo Mané - Adoniran Barbosa

domingo, 18 de dezembro de 2011

Salamandra...


Salamandra


Tem gente explodindo pontes, fechando portas, cortando cordões e queimando navios...

Parta! Mas não parta um amor... Não parta uma amizade.  

Muitas vezes... Certos caminhos levam-nos a precipícios!

Há certos cortes, que não permitem regeneração.

Se não tiver certeza da regeneração... Não seccione sua alma!


Ao viver numa ilha, e não num continente, queimar navios, pode não ser uma boa idéia!


Carlos Kurare
Sampa - 1/12/2011

Titãs - Sonifera Ilha

sábado, 17 de dezembro de 2011

Quem se esconde não se acha!


Há muito tempo procuro o meu par!



Pois é... não é que me acharam!



Maria Bethânia - Teresinha - música de Chico Buarque

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Todo escritor...

Todo escritor é meio alquimista, pois escrever é converter sentimentos em palavras.

Carlos Kurare
Sampa - 30/11/2011 06:33

O Teatro Mágico - O que se perde enquanto os olhos piscam

Dica de vídeo da Eterna aprendiz Artemis

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Tem gente que prefere sabotar-se a ser feliz!


Sucesso? Não... eu não persigo o sucesso, apenas fujo desesperadamente do fracasso!
Carlos Kurare

Bastidores - Cauby Peixoto - Música Chico Buarque


Charlie Brown é um personagem de HQ da série Charlie Brown criado por Charles Schulz. Este personagem de história em quadrinhos se caracteriza por um humor delicado e melancólico, o mesmo que marcou a trajetória do desenhista norte-americano Charles Schulz.
Charlie Brown, de calças curtas e cabeça redonda, coroada por uma única mecha de cabelos na frente, é um menino sem idade, sempre cheio de preocupações. O personagem apareceu pela primeira vez numa história em quadrinhos publicada em St. Paul Press e o desenhista logo o incluiu em seu célebre "Peanuts", publicado pela primeira vez dia 2 de outubro de 1950.
Fonte: Wikipedia Português - A enciclopédia livre

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

"Eu nem sonhava te amar..."

Amor é como relógio antigo, o que o faz funcionar bem 
é sem dúvida a qualidade da manutenção que recebe.
Carlos Kurare
Sampa - 12/12/2011 10:27


Êxtase - Guilherme Arantes

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Escritor que se contorce para escrever é contorcionista.

Escritor que se contorce para escrever é contorcionista.
Eu... Não me contorço, torço apenas para que palavras descontraiam-se e me saiam!
Logo, sou massagista!

Carlos Kurare
Sampa - 30/11/2011 06:33

Caetano Veloso, Maria Gadú - Vaca Profana

domingo, 11 de dezembro de 2011

Resiliência é o meu segundo nome.

VOCÊ E O FUTURO

RECOMEÇAR, APESAR DOS DESAFIOS

Entenda mais sobre resiliência e transforme revezes em vitórias
por Jô Furlan
 Resiliência.Como uma palavra tão diferente pode ter um significado tão prático e um resultado tão poderoso?
Modismos à parte, resiliência passa a ser vista cada dia mais como um comportamento fundamental na vida de todo o ser humano que está disposto a experimentar um patamar superior em sua vida. Podemos entender isso simplesmente como melhorar de vida, padrão social, carro, casa, emprego, carreira e assim por diante, ou perceber o infinito de possibilidades que existem contidos nesse conceito. Afinal o que é resiliência?
Talvez um refrão musical que se tornou um ditado popular possa nos dar pistas importantes. Você com certeza se lembra destas palavras: "levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima". Falada e cantada nos ambientes mais variados, o grande compositor Paulo Vanzolini traduziu a essência desse comportamento. Resiliência é a arte de recomeçar a despeito dos desafios, insucessos ou adversidades. Para podermos ter uma dimensão de sua relevância, foi citada como uma das grandes capacidades que permitiria ao povo americano superar os desafios da crise de 2008. Durante o discurso de posse do presidente Barack Obama, ouvimos a seguinte afirmação: "Vamos superar os desafios, o povo americano é resiliente". Espero um dia poder dizer pessoalmente ao Obama que se o americano é resiliente, que palavra devemos usar para descrever o povo brasileiro? Quando disse isso recentemente em uma de minhas conferências corporativas, um engraçadinho disse brincando: acomodado, o brasileiro é acomodado. Contei até 10 e entrei na brincadeira: "Não sei onde você vive meu amigo, mas viajo os quatro cantos do país e vejo milhões de pessoas lutando todos os dias, para sobreviver, crescer, estudar seus filhos, construir seus negócios próprios mesmo com alto risco, trabalhar duro nas empresas, apesar de impostos injustos, educação muitas vezes precária, insegurança, corrupção, fraude, falta de reconhecimento e tantas outras coisas capazes de desanimar um ser humano".
"Você se julga acomodado ou resiliente?", perguntei a uma platéia de centenas de pessoas. Em coro ouvi a resposta: "resiliente". "Não sei aonde você vive meu amigo, mas se é isso que você tem observado na sua roda social, tome muito cuidado com quem tem influenciado você no seu dia-a-dia".

NÃO ENTRE NO AUTOMÁTICO

Meu voluntarioso colaborador respirou profundamente e chegou a esboçar um pedido de desculpas pela brincadeira."Não meu amigo, eu tenho que agradecer a você. Ou melhor, todos aqui têm que agradecer a você, pois é muito comum em nossas vidas esquecermos de escolher ser resiliente e entramos no automático. Se todo mundo reclama, eu também vou reclamar e por aí vai. Hoje todas essas pessoas puderam pensar, decidir e fazer e escolher ser resilientes. O resultado dessa decisão na vida delas poderá transformar pequenos revezes, em desafios, tristezas em aprendizado e derrotas temporárias em vitórias permanentes".
Inteligência do sucesso é a inteligência do resultado. É ser capaz de atingir seus objetivos. Raramente uma pessoa que não é resiliente tem sucesso. Mais que superar uma situação difícil e recomeçar, a resiliência traz em si o conceito da fé e esperança. Isso realmente dá a cada um de nós um poder fascinante e grandioso. Na próxima vez que você cair, terá aprendido que a queda faz parte do caminho daquele que busca realizar seus sonhos, objetivos e metas. A vitória pertence não aquele que nunca cai, mas sim aquele que nunca desiste de levantar.

Dica da Lee por email. Obrigado menina!

Sempre há algo ácido na relação entre pais e filhos... Ácido desoxirribonucleico!

DNA
Sempre há algo ácido na relação entre pais e filhos... 
Ácido desoxirribonucleico! 
DNA
Carlos Kurare
 Sampa - 10/12/2011



Às vezes tenho medo... da coragem que tenho... quando tenho medo!
Carlos Kurare
 Sampa - 10/12/2011


Cat Stevens - Father and Son (legendado Pt) - letra com tradução clique aqui


Blowin' In The Wind (legendado) Soprando no Vento - Música de Bob Dylan


Bob Dylan - Blowing in the wind (legendado)

sábado, 10 de dezembro de 2011

Há tanta intolerância solta por ai... que assusta!

O homem comum apegado as suas crenças não nos dá medo.
Mas muitos homens comuns, apegados às mesmas crenças
e manipulados por um homem incomum, é digamos... assustador!

Carlos Kurare

Sampa - 29/4/2011

O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito começa quando acaba o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito começa quando acaba o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito começa quando acaba o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito começa quando acaba o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito começa quando acaba o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito começa quando acaba o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro... O seu direito começa quando acaba o do outro... O seu direito acaba quando começa o do outro...

ZÉ RAMALHO - PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES - Música de Geraldo Vandré

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Mulheres de... Apenas!

Mulheres de... Apenas! 


 

Eu digo há décadas: este mundo, um dia será feminino! E eu que sou menino, não tenho medo disso não, até torço para isso. Mulheres são criaturas que foram criadas para equilibrar um mundo de caos.

O peso da maternidade foi dado a mulher, pois os homens, em sua maioria, não suportariam carregá-lo por tanto tempo.

Carlos Kurare

 Sampa - 28/11/2011 01:16

Terra Fria é inspirado na história de Lois Jensen, operária de uma mina de carvão que processou a empresa em que trabalhava por causa do assédio e maus-tratos dos homens que lá trabalhavam. O resultado foi a primeira grande vitória de uma ação coletiva por assédio sexual nos Estados Unidos - um momento histórico para os Direitos da Mulher."

Fonte: http://www.sobrecarga.com.br/node/view/9347



Mulheres de Atenas-Chico Buarque


 

"Mulheres - Silêncio nas minas

marianagleme.blogspot.com/2008/06/mulheres.html



Separando o carvão, serrando madeira, empurrando vagões, as mulheres contribuíram para a expansão da indústria carbonífera, mas foram esquecidas pela História
Carlos Renato Carola

De tão exaustivo e insalubre, o trabalho nas minas ficou conhecido na Europa do século XIX como “trabalho nas trevas”. A metáfora servia como denúncia da exploração selvagem imposta a homens, mulheres e crianças, principalmente nas minas de carvão. Tal denúncia reforçava a idéia de que o ambiente de trabalho nas minas só podia ser suportado pelos homens, o que contribuiu para que muitos países da Europa e da América proibissem a presença de mulheres na atividade de mineração na primeira metade do século XX.

Mas em Santa Catarina, no sul do Brasil, a força feminina continuava a girar a poderosa máquina da indústria carbonífera em silêncio. A história tratou de apagar de suas páginas essa participação fundamental. As mulheres se tornaram invisíveis na atividade mineradora à medida que o processo de masculinização do trabalho nas minas se consolidou.

Até a década de 1970, a paisagem social da região carbonífera no sul do país era formada por um conjunto de edificações singulares: a vila operária, as minas de carvão, a ferrovia, as florestas de eucalipto e os depósitos de rejeitos. Qualquer forasteiro que desembarcasse na região nessa época e tivesse tido a oportunidade, ou a infelicidade, de conhecer uma mina de carvão, veria de longe uma massa pesada de ar poluído saindo de um conjunto de edificações formado por gigantescas vigas de madeira escuras; veria uma torre em cujo interior havia uma “gaiola” (o elevador da mina) por onde o carvão era içado dentro de vagonetes, e também por onde desciam e subiam diariamente os trabalhadores mineiros, como se fosse um “poço devorador que engolia uma ração diária de homens”, diria o escritor francês Émile Zola (1840-1902).

No interior da mina, dezenas de mineiros se ocupavam com suas pás e picaretas, procurando extrair a maior quantidade possível de carvão mineral, formando uma espécie de formigueiro humano. Na superfície, o espetáculo do trabalho era dominado por mulheres e crianças.
O trabalho de escolha do carvão era realizado em um espaço coberto, numa espécie de “rancho” de estilo rural em que mulheres e crianças se posicionavam em torno de uma mesa de madeira onde era feita a seleção do minério. A função primordial das mulheres era preparar as madeiras para o escoramento das galerias subterrâneas e selecionar carvão bruto extraído pelos operários do subsolo. Portando uma “picaretinha” de mão, elas – as “escolhedeiras” – desagregavam o mineral bruto, separando o carvão de outros materiais agregados. Nesse tipo de serviço, o trabalho infantil era tão comum que as próprias companhias construíam padiolas para a seleção do carvão de tamanho menor para as crianças. As trabalhadoras também eram obrigadas a executar outros tipos de serviço, entre os quais empurrar vagonetes carregados de carvão bruto, encher carroças ou caminhões de minério e, ainda, descer até o subsolo para desempenhar algum tipo de serviço quando necessário.


A mão-de-obra feminina passou a ser usada de forma mais intensa a partir dos anos 1930. Na década seguinte, Santa Catarina tornou-se o principal produtor de carvão do país e a cidade de Criciúma passou a ostentar orgulhosamente o título de capital brasileira do carvão.

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo federal requisitou para a União toda a produção de carvão nacional e instituiu como medida de emergência a venda obrigatória de todo o carvão extraído em solo pátrio. Além disso, os trabalhadores ficaram obrigados a atender à convocação das autoridades e dos proprietários das companhias carboníferas, e se eles se recusassem, poderiam ser presos por insubordinação ou “impatriotismo”. Essa conjuntura estimulou a abertura de cerca de 120 empresas de mineração, entre pequenas empreiteiras e grandes companhias carboníferas. Na segunda metade da década de 1940, o governo federal iniciou na região a construção do complexo carbonífero da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), formado por minas de carvão, lavador (usina de beneficiamento), usina termelétrica, vilas operárias e centros recreativos.

Como a maioria das companhias carboníferas não dispunha de grandes capitais e a contingência da guerra motivou o aumento da produção nacional, a seleção manual do carvão foi a opção mais rápida e barata. Almejando cumprir as metas de produtividade impostas pelo mercado, os proprietários investiram no aumento da mão-de-obra. Para a separação do carvão, contrataram mulheres e crianças por um custo salarial inferior ao dos homens, justificando essa diferença pela noção de trabalho “leve” e “simples”, condizente com a suposta fragilidade físico-mental dos contratados. Além disso, prevalecia o argumento de que essa atividade possibilitava um ganho adicional para a família mineira. Constituiu-se formalmente uma divisão sexual do trabalho no espaço das minas, cabendo aos homens extrair o carvão do subsolo e às mulheres, os trabalhos na superfície. Mas, no cotidiano, os papéis e as fronteiras eram transgredidos, sendo que as tarefas das mulheres eram comumente aceitas como algo inferior e complementar às dos homens.

Entre os dispositivos de controle disciplinar, os proprietários aplicavam multas, advertências e demissões aos que não trabalhavam “direitinho”. No caso das trabalhadoras, o desacato à fiscal da escolha ou ao capataz era motivo de advertência, suspensão ou demissão; brincadeiras ou brigas entre companheiras de trabalho – situação comum no dia-a-dia – também incorriam no risco de alguma penalidade. A “escolhedeira” que não trabalhasse dentro das normas e expectativas de produção era punida com suspensão ou demissão e ainda ganhava o adjetivo de trabalhadora “inconveniente”. O estigma podia acarretar graves conseqüências e comprometer seriamente as condições de vida da família mineira, uma vez que os proprietários das principais companhias carboníferas também eram donos das moradias operárias, do armazém, dos clubes recreativos. Além disso, também disponibilizavam recursos para a Igreja, para a construção de escolas e a manutenção de hospitais.


O caso de Ana Maria, que trabalhou como “escolhedeira” de dezembro de 1948 a fevereiro de 1952 na Mineração Geral do Brasil, no município de Urussanga, ilustra os mecanismos de controle da empresa. Sua ficha funcional revela que foi suspensa duas vezes: uma suspensão de três dias em outubro de 1949, por ter desacatado sua colega de trabalho, que provavelmente era a fiscal de escolha, e outra suspensão de três dias em março de 1950, por desobediência ao capataz da mina. Na mina Barão do Rio Branco, Maria F. foi suspensa várias vezes: dois dias em janeiro de 1951, por não obedecer às ordens do capataz ou da fiscal de escolha, e por estar “de brincadeira” no horário de serviço; três dias em outubro do mesmo ano, dois dias em agosto de 1952 e mais dois dias em dezembro de 1955 por “desobedecer às ordens da administração”.

Mesmo diante do risco que as transgressões representavam, as mulheres, assim como os homens, praticavam cotidianamente atos de indisciplina e estratégias para fugir ou burlar os dispositivos de controle das companhias mineradoras. Era comum, por exemplo, solicitarem atestado médico para justificar ausência do trabalho em função de doenças, assim como era uma prática comum faltar ao trabalho sem apresentar uma justificativa formal, ausência que muitas vezes ocorria por causa de afazeres domésticos ou obrigações conjugais. Brigas e brincadeiras durante o trabalho eram proibidas, mas no dia-a-dia da mina isso era praticamente burlado. Algumas trabalhadoras até ousaram confrontar o poder dos coronéis do carvão, acionando a justiça do trabalho com o objetivo de conquistar direitos trabalhistas.

Durante trinta anos – de 1930 a 1960 –, a indústria carbonífera catarinense não hesitou em explorar o trabalho de mulheres e crianças. Porém, na história local e na memória oficial cristalizada em monumentos, nomes de ruas e praças, as trabalhadoras não foram lembradas nem reconhecidas como sujeitos históricos e nem como personagens da expansão industrial. Nos lugares onde se constrói a memória oficial homenageiam-se, preferencialmente, as figuras históricas dos grandes empreendedores da indústria do carvão e as autoridades governamentais reconhecidas pelas elites locais como benfeitoras do progresso, transformados em símbolos que exaltam a ideologia do trabalho. No meio artístico de base popular, a atenção se concentrou na representação do trabalhador mineiro como um “soldado heróico”. O mineiro é identificado como o sujeito anônimo que trabalhava nos “subterrâneos das trevas” para sustentar sua família e representado como um herói que produzia a riqueza mineral, que resultou no progresso da região carbonífera. Prevaleceu o pressuposto ideológico de que somente os homens fizeram parte da história da mineração na região carbonífera.

Em Santa Catarina, principalmente a partir da década de 1950, ocorreu um processo inverso daquele descrito e analisado por Karl Marx (1818-1883) na Europa do século XIX, onde se observa que uma das conseqüências imediatas da mecanização da produção foi a incorporação de “trabalhadores sem força muscular ou com desenvolvimento físico incompleto”. Assim, “a primeira preocupação do capitalista ao empregar a maquinaria foi a de utilizar o trabalho das mulheres e das crianças”. No Brasil, o processo de mecanização promoveu a valorização do trabalho dos homens (masculinização das minas), e a primeira providência tomada pelos donos das mineradoras foi eliminar o trabalho manual de seleção e classificação do carvão, feito por mulheres e crianças. Dispensaram a mão-de-obra feminina justificando as demissões pelas simples expressões “extinção da escolha” ou “extinção de serviço”. Na História, o processo foi ainda mais cruel, e impôs a essas trabalhadoras o silêncio e o esquecimento.

Carlos Renato Carola é professor de História na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Criciúma-SC, e doutor em História pela USP. Autor do livro Dos subterrâneos da história: as trabalhadoras das minas de carvão de Santa Catarina (1937-1964). Florianópolis: Ed. da UFSC, 2002.

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