terça-feira, 31 de janeiro de 2012

É preciso muita coragem para admitir o medo!

Clique na imagem para ampliá-la!
A diferença entre coragem e inconsequência
é que na coragem há um propósito maior.
Vale do Ribeira - 1/1/2012
Carlos Kurare

PEOPLE ARE AWESOME - Pessoas são impressionantes!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Uma sutil diferença...

Qual a diferença entre colegas e amigos?
Os colegas lhe indicam o caminho para OZ!
Amigos acompanham-lhe por todo o caminho!
Carlos Kurare


Cuidado com os falsos amigos!


Judy Garland - Over The Rainbow - Filme O Mágico de Oz - The Wizard of OZ

domingo, 29 de janeiro de 2012

"Esse papo seu já tá qualquer coisa..." Caetano Veloso

É preciso fazer alguma coisa, 
antes que as coisas façam alguma coisa...
com você!
Carlos Kurare

"Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.

História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.

História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas."

A história das coisas - Written by - Annie Leonard -Director - Louis Fox


Caetano Veloso - "Qualquer Coisa" with Los Super Seven

sábado, 28 de janeiro de 2012

Diferente...

Essa coisa do ente ser indiferente é uma coisa doente!
Ser indiferente ao diferente pode ser equivalente a ser indecente!
Afinal somos todos gente com uma mesma mente!!
Carlos Kurare

São Paulo, 23 de janeiro de 2012

La leyenda del espantapájaros - ScareCrow
Dica de vídeo do Jow - SP

Ser ou não ser... Universitário!

Kurare num dia bom!
Quanto um homem pode transigir... 
quando a fome lhe oblitera o pensamento?
Carlos Kurare



Você está na fase de vestibular? Tem filhos, sobrinhos ou amigos que estão? Meus filhos saíram dessa fase, mas lembro-me que é um tempo em que todo acesso ao tema é fundamental.
No Seruniverstitário, há muita informação sobre o mundo do vestibular e o que orbita à sua volta.

Faça-me uma gentileza, entre no Ser universitário e me diga, por favor, o que acha do site. Não, não vou ganhar nada com isso, mas eles foram gentis comigo e gentileza paga-se com gentileza.

Ah! Se você conhece alguém, ou alguma empresa que queira patrocinar o meu Blog, por favor, entre em contato comigo no email carloskurare@gmail.com .
Não criei o blog pelo vil metal, tanto que resisto bravamente há dois anos a essa tentação. Mas um anúncio de qualidade e bom gosto é bem vindo! Posso inclusive escrever uma frase legal para o produto do anunciante! !:0) 

Lembre-se o Blog não tem dois anos de existência e já tem mais de meio milhão de visitas e deve atingir a marca de um milhão antes do final deste ano. O blog é frequentado por pessoas diferenciadas que transbordam cultura, ética, inteligência, bom gosto e bom humor. Exceto é claro, pelos meus amigos, esses passam aqui só porque têm pena de mim! :0P
Por favor... arranje-me um anunciante!
Seria tão bom voltar a fazer duas refeições ao dia.
Seria sim...

Um abraço do (famélico) Kurare



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Um relacionamento morno... dá um frioooooo! Carlos Kurare

Um relacionamento morno... dá um frioooooo!
Carlos Kurare
18/10/2011 05:29 - Sampa

Amor nem sempre anda de mãos dadas com o sexo. Um sexo bom, pode ou não gerar amor ao longo do tempo, mas amor, nem "a pau"melhora sexo ruim!

Paixão e sexo bom: andam de mãos dadas. Amor e sexo "bom"... nem sempre!
(texto feito nas coxas!)
Carlos Kurare

"O amor tem mais do que um ponto em comum com a convicção religiosa: exige uma aceitação incondicional e uma entrega total. Assim como o fiel que se entrega a seu Deus participa da manifestação da graça divina, também o amor só revela seus mais altos segredos e maravilhas àquele que é capaz de entrega total e de fidelidade ao sentimento. Pelo fato de isto ser muito difícil, poucos mortais podem orgulhar-se de tê-lo conseguido. Mas, por ser o amor devotado e fiel o mais belo, nunca se deveria procurar o que pode torná-lo fácil. Alguém que se apavora e recua diante da dificuldade do amor é péssimo cavaleiro de sua amada. O amor é como Deus: ambos só se revelam aos seus mais bravos cavaleiros.
Da mesma forma critico o casamento experimental. O simples fato de assumir um casamento experimental significa que existe de antemão uma reserva: a pessoa quer certificar-se, não quer queimar a mão, não quer arriscar nada. Mas com isto se impede a realização de uma verdadeira experiência. Não é possível sentir os terrores do gelo polar na simples leitura de um livro, nem se escala o Himalaia assistindo a um filme.
O amor custa caro e nunca deveríamos tentar torná-lo barato. Nossas más qualidades, nosso egoísmo, nossa covardia, nossa esperteza mundana, nossa ambição, tudo isso quer persuadir-nos a não levar a sério o amor. Mas o amor só nos recompensará se o levarmos a sério. Considero um desacerto falarmos nos dias de hoje da problemática sexual sem vinculá-la ao amor. As duas questões nunca deveriam ser separadas, pois se existe algo como problemática sexual esta só pode ser resolvida pelo amor. Qualquer outra solução seria um substituto prejudicial. A sexualidade simplesmente experimentada como sexualidade é animalesca. Mas como expressão do amor é santificada. Por isso não perguntamos o que alguém faz, mas como o faz. Se o faz por amor e no espírito do amor, então serve a um Deus; e o que quer que faça não cabe a nós julgá-lo pois está enobrecido"
CARL GUSTAV JUNG - LIVRO: CIVILIZAÇÃO EM TRANSIÇÃO.

Gilberto Gil - Lugar comum - Música João Donato e Gil

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

"Meu bem você me dá..."

Rita Lee... aposentadoria? Tá bom... me engana que eu gosto! 
Rita você não se aposentará nunca nos meus players, nem na minha memória.
Um beijo Menina! Se cuida!
Puxa! E pensar que ainda tenho uns vinis da Rita... 
Carlos Kurare

Rita Lee - Coisas da Vida (Acústico MTV)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Psiuuuuu....







Eu adoraria! 
Poder abrir agora, uma lata de silêncio e embriagar-me, 
só com meus mais puros pensamentos!
Carlos Kurare


Um pouco de silêncio
Lya Luft

"Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.

Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço da sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.

O normal é ser atualizado, produtivo e bem informado. É indispensável circular, ser bem-relacionado. Quem não corre com a manada, praticamente nem existe. Se não tomar cuidado, põem-no numa jaula: um animal estranho.

Pressionados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou por trilhos determinados – como hamsters que se alimentam da sua própria agitação.

Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa ou dentro de si mesmo ameaça quem apanha um susto de cada vez que examina a sua alma.

Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não «se arranjou» ninguém – como se a amizade ou o amor se «arranjasse» numa loja.

Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Pensamos logo em depressão: quem sabe terapia e antidepressivos? Uma criança que não brinca ou salta ou participa de atividades frenéticas está com algum problema.

O silêncio assusta-nos por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incomodas e mal-resolvidas, ou se observa outro ângulo de nós mesmos. Damo-nos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre a casa, o trabalho e o bar, a praia ou o campo.

Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo para além desse que paga contas, faz amor, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais os seus desejos e medos, os seus projetos e sonhos?

No susto que essa idéia provoca, queremos ruído, ruídos. Chegamos a casa e ligamos a televisão antes de largarmos a carteira ou a pasta. Não é para assistirmos a um programa: é pela distração.

O silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de vermos quem – ou o que – somos, adiamos o confronto com a nossa alma sem máscaras.

Mas, se aprendermos a gostar um pouco de sossego, descobrimos – em nós e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente negativas.

Nunca esqueci a experiência de quando alguém me pôs a mão no meu ombro de criança e disse:

— Fica quietinha um momento só, escuta a chuva a chegar.

E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela nos refazemos para voltarmos mais inteiros ao convívio, às tantas frases, às tarefas, aos amores.

Então, por favor, dêem-me isso: um pouco de silêncio bom, para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito para além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos".

Lya Luft
Pensar é transgredir
Lisboa, Presença, 2005
Texto adaptado



Silencio-Madredeus
2
O silêncio - sabedoria indígena norte-americana


Menina!!! Como você toca bem!!! 
Alguém sabe o nome dessa menina?

Andre Rieu - Toque de silêncio (IL SILENZIO)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mundo Cão nº 7 - A inveja



- Você tem inveja do meu tamanho?
- INVEJA??? Tenho suficiente auto-estima, para não sentir INVEJA!!!
- De ninguém!!!
Carlos Kurare

Inveja é Adubo
Primeiro epsódio do curta 7kptais onde retrata a INVEJA através da fábula da "A grama do vizinho é mais verde que a minha"

Melhor Trilha Original - Mogi/SP
Melhor Stopmotion - Animaserra
Exibido em diversos Festivais, incluindo o Animamundi

Produzido por Há! Estúdio de animação

INVEJA - FRASES

domingo, 22 de janeiro de 2012

"Há neste mundo mais medo de coisas más do que coisas más propriamente ditas" (Mia Couto)


Lucidez é um artigo de tamanho luxo que, devido a minha minha pobreza intelecutal, só eventualmente consumo !
Carlos Kurare

"Há quem tenha medo que o medo acabe!" Mia Couto
Muito lúcidas as palavras do Mia!

Conferências do Estoril 2011 - Mia Couto


Obrigado Virgínia Melo pelo link do vídeo!

sábado, 21 de janeiro de 2012

"O palhaço das perdidas ilusões..."

Minha vida é um circo... e estou sempre na lona!
Carlos Kurare  


Lonas Azuis - Desconheço a autoria


Rinaldo e Liriel - Lonas Azuis


Por favor, alguém pode me confirmar a autoria da letra desta música?

Lonas Azuis
Moacyr Franco

No caminho da sorte, a alma perdi
Dei um beijo na morte e sobrevivi
Mas perdi o meu medo,
A viver aprendi

Fiz do mundo o meu palco, do sol minha luz
Pra fazer meu circo usei minha cruz
De um pedaço do céu, fiz as lonas azuis.
Do céu eu fiz as lonas azuis
Do céu eu fiz as lonas azuis.

Aprendi que nem sempre é feliz quem procura
Que a vida mais fácil também é a mais dura
Que a estrada mais curta é também mais escura.

Aprendi na descida, mais forças ganhar
Pra chegar na subida e não desanimar
Sou da vida um artista, ganhei meu lugar.

Lona
1. Tecido resistente, de linho grosso, de algodão ou de cânhamo, do qual se fazem sacos, velas, toldos, tendas, etc.
3. P. ext. Tenda de circo itinerante.
Na lona. 1. Pop. V. na última lona (1).
Na última lona. Bras. Pop. 1. Sem recurso algum, em petição de miséria; na lona:
Não posso pagar seu almoço: estou na última lona. 2. Em péssimo estado; quase de todo imprestável:
Dicionário Aurélio

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

"Quem nunca curtiu uma paixão Nunca vai ter nada, não." Vinícius de Moraes

Perdoar é louvável, mas perdoar alguém pelo mesmo crime é cumplicidade!
Sampa – Carlos Kurare
2/12/2011 19:48
 


Como Dizia o Poeta – Toquinho – música Vinicius de Moraes e Toquinho



Como Dizia o Poeta
Vinicius de Moraes


Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Nao há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

"É muito difícil fazer sua cabeça e seu coração trabalharem juntos. No meu caso, eles não são nem amigos." Woody Allen

Em matéria de amor, minha cabeça e meu coração
trabalham juntos!
Mas... não se falam!

Carlos Kurare
Sampa - 01/12/2011 


Chico Buarque, Tom Jobim e Telma Costa - Eu Te Amo


Desculpe-me a qualidade do vídeo e áudio, mas essa música na interpretação desses anjos... Beira ao divino! E que letra!!! ...Um dia espero crescer, e ser gente grande, para escrever assim. 
Carlos Kurare

A frase do Woody li no face da Lena

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

VerDE NOVO: Guerra do Fogo...

Por ter sido pisado por muitos pés... é que me tornei um bom vinho!
Carlos Kurare


Nossa!!!


Maria Cereja, você me chamou a atenção para algo que não tinha me ocorrido!
O Mappin era uma antiga loja de departamentos que existia em Sampa. Em uma época que aqui também existia a garoa. Coisas que ficam grudadas à memória como bala de caramelo fica nos dentes. Sabe... sempre fica um resto de resto...no resto das reminiscências.

O Blog não tem fronteira, eu ainda vivo e penso na minha aldeia.
Aldeia lembra Pessoa, e eu, em pessoa, vou postar algo do Pessoa.
Aproveitar este sublime momento, no qual minha mente vagueia
Arrancar estas vestes paulistas já que sua voz ao vento ressoa.

- Carlos você está na “Guerra do Fogo”, culturas se misturam, da fusão do homem de neandertal e do homo sapiens surge uma nova tribo. A do Homo Sapiens Sapiens!

Minha tribo não tem espaço físico, ainda não tinha caído essa ficha
Preciso atentar para esse detalhe ou irei acabar saindo da “bicha”*
Afinal, se “ouço” músicas de outras aldeias, e as canto como da minha.
Por que outros não me ouviriam... e não tomariam o vinho da minha vinha?

Por ter sido pisado por muitos pés... é que me tornei um bom vinho!
Carlos Kurare
Paris - 1/4/2010 10h14min


Atualizei a minha frase para:  

Foi por ter sido pisado por muitos pés
que me tornei um bom vinho!
Carlos Kurare



*Bicha, para quem não sabe, é fila em português de Portugal.



Fernando Pessoa em pessoa

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.


E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.

Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

                   Alberto Caeiro
 

Recomendo este filme para o final de semana: A guerra do Fogo  veja aqui: A guerra do fogo
Recomendo este livro para o final da vida( mas pode ler antes se o quiser): O Macaco Nu (no original, The Naked Ape) é o título de um livro de Desmond Morris publicado em 1967 que descreve a espécie humana através de uma perspectiva etologista, ou seja, como a que é geralmente adotada à descrição do comportamento das outras espécies animais.


Faltou a música eu a tenho mas não a encontrei no youtube vou postar outro dia. Me cobrem!




Ikuko Kawai Violín Rojo-Concierto de Aranjuez- en violin


Pronto música postada em 14/12/2011. Promessa é dívida!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Ah! Mulheres...

As mulheres têm a magia ou talvez a graça divina de tornarem a vida masculina mais branda!
E como toda mulher tem alma de menina, eu grito:
Obrigado "Meninas! Por "darem a luz" à escuridão deste mundo masculino!
Carlos Kurare
Vale - 16/1/2012

Grandes e pequenas mulheres
Martha Medeiros

"Há mulheres de todos os gêneros. Histéricas, batalhadoras, frescas, profissionais, chatas, inteligentes, gostosas, parasitas, sensacionais. Mulheres de origens diversas, de idades várias, mulheres de posses ou de grana curta. Mulheres de tudo quanto é jeito. Mas se eu fosse homem prestaria atenção apenas num quesito: se a mulher é do tipo que puxa pra cima ou se é do tipo que empurra pra baixo.

Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher. Meia-verdade. Ele pode ser grande estando sozinho também. Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum.

Mulher que puxa pra cima é mulher que aposta nas decisões do cara, que não fica telefonando pro escritório toda hora, que tem a profissão dela, que o apóia quando ele diz que vai pedir demissão por questões éticas e que confia que vai dar tudo certo.

Mulher que empurra pra baixo é a que põe minhoca na cabeça dele sobre os seus colegas, a que tem acessos de carência bem na hora que ele tem que entrar numa reunião, a que não avaliza nenhuma mudança que ele propõe, a que quer manter tudo como está.

Mulher que puxa pra cima é a que dá uns toques na hora de ele se vestir, a que não perturba com questões menores, a que incentiva o marido a procurar os amigos, a que separa matérias de revista que possam interessá-lo, a que indica livros, a que faz amor com vontade.

Mulher que empurra pra baixo é a que reclama do salário dele, a que não acredita que ele tenha taco pra assumir uma promoção, a que acha que viajar é despesa e não investimento, a que tem ciúmes da secretária.

Mulher que puxa pra cima é a que dá conselhos e não palpite, a que acompanha nas festas e nas roubadas, a que tem bom humor.

Mulher que empurra pra baixo é a que debocha dos defeitos dele em rodinhas de amigos e que não acredita que ele vá mais longe do que já foi.

Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulher pequena."

Martha Medeiros

Obrigado pela dica do texto: Regina Liberato.


O vídeo abaixo está sublime!


Adriana Calcanhotto - Devolva-Me - (letra aqui)

A foto acima é do filme "E O VENTO LEVOU" (1939) - Gone with the wind
Um filme imperdível!
veja a  sinopse aqui

Mundo Cão nº 6 - A eloquência da dialética!



A Eloquência da dialética!
- Eu sou mais forte!
-Eu sou mais inteligente!
- Como eu dizia... EU SOU MAIS FORTE!

Carlos Kurare

sábado, 14 de janeiro de 2012

Assista com a família!

 Mulheres mais velhas não têm na cabeça a vivacidade que eu quero. Argh!
já as mais jovens, dizem que não tenho na cabeça, a vivacidade que elas querem! glup!
Carlos Kurare



Seu Madruga...um cavalheiro!


Chaves... um programa de família!
Histórias deliciosamente ingênuas.
Assisti a muitos episódios com meus filhos! 

Se você tem crianças pequenas de 7 a  99 anos assista com elas é muito legal!
Chaves em Acapulco - Episódio Completo

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Eu não boto ovos! Mas sei fazer omeletes deliciosas!



Penso assim: Prefiro escrever errado a calar certo!
Carlos Kurare

Posso errar? 
Leila Ferreira

"Há pouco tempo fui obrigada a lavar meus cabelos com o xampu “errado”. Foi num hotel, onde cheguei pouco antes de fazer uma palestra e, depois de ver que tinha deixado meu xampu em casa, descobri que não havia  farmácia nem shopping num raio de 10 quilômetros . A única opção era
usar o dois-em-um (xampu com efeito condicionador) do kit do hotel. Opção? Maneira de dizer. Meus cabelos, superoleosos, grudam só de ouvir a palavra “condicionador”. Mas fui em frente. Apliquei o produto cautelosamente, enxaguei, fiz a escova de praxe e... surpresa!
Os cabelos ficaram soltos e brilhantes — tudo aquilo que meus nove vidros de xampu “certo” que deixei em casa costumam prometer para nem sempre cumprir.
 
Foi aí que me dei conta do quanto a gente se esforça para fazer a coisa certa, comprar o produto certo, usar a roupa certa, dizer a coisa certa — e a pergunta que não quer calar é: certa pra quem? Ou: certa por quê?

O homem certo, por exemplo: existe ficção maior do que essa? Minha amiga se casou com um exemplar da espécie depois de namorá-lo sete anos. Levou um mês para descobrir que estava com o marido errado. Ele foi “certo” até colocar a aliança. O que faz surgir outra pergunta: certo até quando? Porque o certo de hoje pode se transformar no equívoco monumental de amanhã. Ou o contrário: existem homens que chegam com aquele jeito de “nada a ver”, vão ficando e, quando você se assusta, está casada — e feliz — com um deles.

E as roupas? Quantos sábados você já passou num shopping procurando o vestido certo e os sapatos certos para aquele casamento chiquérrimo e, na hora de sair para a festa, você se olha no espelho e tem a sensação de que está tudo errado? As vendedoras juraram que era a escolha perfeita, mas talvez você se sentisse melhor com uma dose menor de perfeição. Eu mesma já fui para várias festas me sentindo fantasiada.
Estava com a roupa “certa”, mas o que eu queria mesmo era ter ficado mais parecida comigo mesma, nem que fosse para “errar”.
Clique na imagem para aumentá-la!

Outro dia fui dar uma bronca numa amiga que insiste em fumar, apesar dos problemas de saúde, e ela me respondeu: “Eu sei que está errado, mas a gente tem que fazer alguma coisa errada na vida, senão fica tudo muito sem graça. O que eu queria mesmo era trair meu marido, mas isso eu não tenho coragem. Então eu fumo”. Sem entrar no mérito da questão — da traição ou do cigarro —, concordo que viver é, eventualmente, poder escorregar ou sair do tom.

O mundo está cheio de regras, que vão desde nosso guarda-roupa, passando por cosméticos e dietas, até o que
vamos dizer na entrevista de emprego, o vinho que devemos pedir no restaurante, o desempenho sexual que nos torna parceiros interessantes, o restaurante que está na moda, o celular que dá status, a idade que devemos aparentar. Obedecer, ou acertar, sempre é fazer um pacto com o óbvio, renunciar ao inesperado.

O filósofo Mario Sergio Cortella conta que muitas pessoas se surpreendem quando constatam que ele não sabe dirigir e tem sempre alguém que pergunta: “Como assim?! Você não dirige?!”. Com toda a
calma, ele responde: “Não, eu não dirijo. Também não boto ovo, não fabrico rádios — tem um punhado de coisas que eu não faço”.

Não temos que fazer tudo que esperam que a gente faça nem acertar sempre no que fazemos.
Como diz Sofia, agente de viagens que adora questionar regras: “Não sou obrigada a gostar de comida japonesa, nem a ter manequim 38 e, muito menos, a achar normal uma vida sem carboidratos”.

O certo ou o “certo” pode até ser bom. Mas às vezes merecemos aposentar régua e compasso."


Leila Ferreira


Você lembra desta pérola da mpb?

Sergio Sampaio - Eu quero é botar meu bloco na rua

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

"Loucura é só uma questão de ponto de vista." Johnny Depp


Vivo a falar  que "loucura é só uma questão de ponto de vista"! 
Mas além de não me darem alta, não me deixam brincar com fogo!!!

Carlos Kurare 




"Loucura é só uma questão de ponto de vista."
Johnny Depp



NEY MATOGROSSO - Balada do Louco - Música: Mutantes

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Não há mar na Bolívia!

Bolívia

Em Olivia, vislumbrei lar!

Por uma grande querença a ela,
envolto em uma paixão singela
cortei minhas cordas, icei vela,

e quase singrei um mar!


Mas na tempestade que antevi,
tempestivamente percebi que,
entre mim e a terra que entrevi,
não há mar, não há o porquê.

E se não há mar,
por que velas içar?
Por que deveria eu partir?
se lar já não posso sentir!

Quedo-me numa pergunta voraz que no momento,
me turbilhona, dispersa e angustia o pensamento:

Há mar para amar? Há mar para atravessar?

Ou o que realmente vi, foi apenas uma miragem.
A projeção de ilha deste naúfrago de passagem.

Mergulho na espiral da resposta, já sem ar!


Ah! Mar!



Carlos Kurare

Vale - 9/1/2012 11:27h

Soneto de Separação - Vinícius de Moraes

Jow, obrigado pelas opiniões sobre a poesia acima.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

"Quando um não quer dois não brigam. Um bate e o outro apanha!"

"Quando um não quer dois não brigam. Um bate e o outro apanha!"
Anônimo

"Quando um não quer dois não brigam. Um bate e o outro apanha!"

AMOR: QUATRO LETRAS TOLAS 

Raul Arruda Filho
Não há nada mais complicado do que os relacionamentos amorosos. Na melhor das hipóteses, se assemelham ao caminhar na corda−bamba ou ficar preso na areia movediça. Ao menor descuido − catabum! − a catástrofe assume o centro do palco e se instala como se tivesse direitos vitalícios para bagunçar a vidinha mais ou menos de qualquer indivíduo mais ou menos que resolveu perder o sossego em alguma confusão mais ou menos.

Aquela história fofinha de que "quando um não quer dois não brigam" raramente se aproxima da verdade. Conversa pra boi dormir. Em qualquer deus-nos-acuda afetivo, alguém sempre está em pé de guerra. Borduna na mão. Disposto a destruir o outro sem piedade. Dá até para ouvir o som do crânio rachando. Isso se a vítima tiver sorte. Normalmente não tem.

Claro, a diversão proporcionada pela reconciliação vale qualquer sacrifício. Embora os rituais de conquista sejam exercícios de crueldade, ninguém foge da arapuca. Brincar com o passarinho na gaiola é diversão garantida. Inclusive porque ficar estressado pelo resto da vida nunca foi bom negócio. Preciosos instantes de tranqüilidade são alimentos essenciais para corações combalidos. Deixar – impunemente − a toalha molhada em cima da cama, por exemplo, constitui pequena compensação para o tumulto diário. É nesses momentos que a vida adquire algum sentido. Infelizmente, o preço da liberdade cobra juros e correção monetária. Por isso, enquanto o boleto, quinhentas salgadíssimas parcelas, não aterrissa debaixo da porta cabe aproveitar beijinhos, abraços e muito mais. Aliás, é por esse "muito mais" que o combate encontra suas mais importantes justificativas. Sem medir esforços. Ou tréguas. Cinco minutos (recorde mundial!) de sexo selvagem recarrega as baterias por algumas semanas. Verdade ou não, pouco importa. A canalhice masculina exige que esse assunto seja relatado (sem os detalhes íntimos, claro) em final de tarde, lá no boteco da esquina, entre cervejas e gargalhadas.

Como ninguém consegue conviver com a felicidade, a paz desaparece de forma delicada, deliciosa. Duelo ao final da tarde ou no meio da noite, quem é que consegue sacar a arma primeira? Pouco importa, é hora do quebra−pau. Literal. Nenhuma novidade. Elefante em loja de louças não brinca com origami. Uma palavra na hora errada, um gesto menos apaixonado, flores de plástico, uma adolescente que caminha pela calçada (vestindo um daqueles shortinhos que provavelmente causará o desalinhamento dos planetas). Qualquer coisa. Até coisa nenhuma. Que o estado natural dos relacionamentos é a guerra. Tiros trocados entre algozes não doem − muito. Velhos hematomas costumam ser substituídos por novas cicatrizes.

Motivos justos para agressão bélica, tiros de canhão, gritos ou esquecer-se de comprar o iogurte favorito da cara metade são causados por ataques de carência, chatice explícita, ciúme mórbido ou grude excessivo. É o horror, o horror. Não há tesão que resista a esse massacre. Exaurir o veio aurífero com dinamite.

Amor rima com flor e dor. Nos piores poemas. Não há dúvidas ou dívidas. É preciso força e determinação para disputar bola dividida. Diversão é aquilo na mão e a mão naquilo. Sem apertar ou arranhar, que golpe sujo não vale. Quer dizer, vale−tudo entre quatro paredes, desde que as paredes não caiam em cima do casal, espetáculo sem igual nas manchetes do jornal. Então, (de)compostos no ritmo sem ritmo das regras propostas pelo cio, cabe começar a arruaça. Nem que seja por pirraça. Bobo é quem deixa de perceber essas sutilezas da paixão. Da ilusão. Miragem e oásis fazem parte da paisagem. Melhor se houver bastante sacanagem.

E o estopim para gerar tanta energia sempre encontra abrigo na possibilidade de novo round. Para principiar incêndio basta isqueiro. Ou caixa de fósforos. Ao longe, como se fosse raio solar, o olhar fagueiro alimenta o fogaréu. O amor é isso, quatro letras tolas, prêmio de loteria ou música. Beijo, porrada e desejo. Chama e cama.



Eu te amo - Chico Buarque - Música de Tom Jobim e Chico Buarque

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Meu humor é pobre! ...Mas é honrado!


Esqueci-me do humor de segunda-feira. Sim, literalmente de segunda!
Desculpa ai viu!

Carlos Kurare

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Esses desenhos dedico à turminha do fundão!


Seu Madruga é um cavalheiro!


Chaves... um programa de família!
Histórias deliciosamente ingênuas.
Assisti muitos episódios com meus filhos! 

Muito além de um jardim!

Flor cuidada por mim Flor Amorosa Num belo dia desejei só para mim Mulher amorosa e decente E como jardineiro diligente Semeei a...