domingo, 28 de fevereiro de 2010

Curso para Formação de Homens


Peguei na WEB, apenas o texto em vermelho é meu.
Carlos Kurare

Curso para Formação de Homens

OBJETIVO PEDAGÓGICO
Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência ( o cérebro).

SÃO 4 MÓDULOS

Módulo 1: Introdução (Obrigatório)
1. Aprender a viver sem a mamãe (2.000 horas)(aprender é fácil o difícil é ficar sem)
2. Minha mulher não é minha mãe (350 horas) (Mas pode ser tornar, basta ter boa vontade)
3. Entender que não se classificar para o Mundial não é a MORTE (500 h) (A morte é ficar sem videogame, TV e cerveja.)

Módulo 2: Vida a dois
1. Ser pai e não ter ciúmes do filho (50 horas)
2. Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas (500 h)
3. Superar a síndrome do ' o controle remoto é meu' (550 horas) (fácil de superar após o advento do notebook e do quartinho dos fundos)
4. Não urinar fora do vaso ( 1.000 horas - exercícios práticos em vídeo) (Fácil, é só sentar no vaso)
5. Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário (800 h) (Fácil é só empurá-los para baixo da cama)
6. Como chegar ao cesto de roupa suja (500 horas) (Empurre a roupa para baixo da cama junto com os sapatos)
7. Como sobreviver a um resfriado sem agonizar (450 horas) (Com ou sem cerveja gelada, TV e videogame?)

Módulo 3: Tempo livre
1. Passar uma camisa em menos de duas horas (exercícios práticos)
2. Tomar a cerveja sem arrotar, quando se está à mesa (exercícios práticos) (com ou sem tv e videogame?)

Módulo 4: Curso de cozinha
1. Nível 1 (principiantes - os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA
2. Nível 2 (avançado) minha primeira sopa instantânea sem queimar a Panela
3. Exercícios práticos - ferver a água antes de por o macarrão
(Frito ovo sem óleo, pergunte-me como)


CURSOS COMPLEMENTARES:

POR RAZÕES DE DIFICULDADE, COMPLEXIDADE E ENTENDIMENTO DOS TEMAS, OS CURSOS TERÃO NO MÁXIMO 3 ALUNOS.

1. A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnico competente para fazer reparos;
2. Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade (práticas em laboratório);
3. Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela;
4. O rolo de papel higiênico: Ele nasce ao lado do vaso sanitário? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5. Como baixar a tampa do vaso passo a passo (teleconferência);
6. Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases intestinais (exercícios de reflexão em dupla);
7. Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes (testemunhos);
8. O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa;
9. A lavadora de roupas: esse grande mistério!!
10. Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão (exercícios com musicoterapia);
11. A xícara de café: ela levita, indo da mesa à pia? (exercícios Dirigidos por Mister M);
12. Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho. (banho... o que é isso?)

Eu deveria ter consultado um padre...


Eu deveria ter consultado um padre... Teria sido mais prático, eficiente e barato. :o)
Carlos kurare




Piada1:
Num ônibus, um padre senta-se ao lado de um bêbado que, com dificuldade, lê o jornal. De repente, com a voz 'empastada', o bêbado pergunta ao padre:
- O senhor sabe o que é artrite?-O pároco logo pensa em aproveitar a oportunidade para passar um sermão no bêbado e responde:
- É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras: excesso de consumo de álcool, certamente mulheres perdidas, promiscuidade, sexo, farras e outras coisas que nem ouso dizer... O bêbado arregalou os olhos, calou-se e continuou lendo o jornal. Pouco depois o padre, achando que tinha sido muito duro com o bêbado, tenta amenizar:
- Há quanto tempo o senhor está com artrite?
- Eu?... Eu não tenho artrite!! Segundo este jornal, quem tem é o Papa!!


Por falar em bêbado:
Como agir quando se bebeu demais e está com os seguintes sintomas:
SINTOMA: Pés frios e úmidos.
CAUSA: Você está segurando o copo pelo lado errado.
SOLUÇÃO: Gire o copo até que a parte aberta esteja virada para cima.
SINTOMA: Pés quentes e úmidos.
CAUSA: Você fez xixi.
SOLUÇÃO: Vá se secar no banheiro mais próximo.
SINTOMA: A parede a sua frente está cheia de luzes.
CAUSA: Você caiu de costas no chão.
SOLUÇÃO: Coloque seu corpo a 90 graus do solo.
SINTOMA: O chão está embaçado.
CAUSA: Você está olhando para o chão através do fundo do seu copo vazio.
SOLUÇÃO: Compre outra cerveja ou similar.
SINTOMA: O chão está se movendo.
CAUSA: Você está sendo carregado ou arrastado.
SOLUÇÃO: Pergunte se estão te levando para outro bar.
SINTOMA: O local ficou completamente escuro.
CAUSA: O bar fechou.
SOLUÇÃO: Pergunte ao garçom o endereço de sua casa.
SINTOMA: O motorista do táxi é um elefante rosa.
CAUSA: Você bebeu muitíssimo.
SOLUÇÃO: Peça ao elefante que o leve para o hospital mais próximo.
SINTOMA: Você está olhando um espelho que se move como água.
CAUSA: Você está para vomitar em uma privada.
SOLUÇÃO: Enfie o dedo na garganta
SINTOMA: As pessoas falam produzindo um misterioso eco.
CAUSA: Você está com a garrafa de cerveja na orelha.
SOLUÇÃO: Deixe de ser palhaço.
SINTOMA: A danceteria se move muito e a música é muito repetitiva.
CAUSA: Você está em uma ambulância.
SOLUÇÃO: Não se mova. Possível coma alcoólico.
SINTOMA: A fortíssima luz da danceteria está cegando seus olhos.
CAUSA: Você está na rua e já é dia.
SOLUÇÃO: Tente encontrar o caminho de volta para casa.
SINTOMA: Seu amigo não liga para o que você fala.
CAUSA: Você está falando com uma caixa de correios.
SOLUÇÃO: Procure seu amigo para que ele te leve para casa.
SINTOMA: Seu amigo não pára de falar repetidamente as mesmas palavras
CAUSA: Você está falando com o cachorro do vizinho
SOLUÇÃO: Peça pra ele dizer onde é sua casa.

“Ser Feliz ou Ter Razão”





Eu quero ser Feliz e ter sempre Razão, por isso, sempre peço a ela que dirija!  :o)
Carlos Kurare



“Ser Feliz ou Ter Razão”

“Oito da noite, numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita...
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados.
Ele questiona:
- Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, por que não insistiu um pouco mais?
Ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz!!! Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!


MORAL DA HISTÓRIA:
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?'
Outro pensamento parecido, diz o seguinte: 


'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam'. 


EU QUERO SER FELIZ e você?”

Como conhecer um homem inteligente?


Como conhecer um homem inteligente?
Visite o blog carloskurare@bol.com.br !!!
Lá você encontra o endereço do Stephen Hawking. Veja aqui http://www.hawking.org.uk/



Depois de tantos e-mails machistas pela internet... Eis a revanche das mulheres:
CORAÇÃO DE MULHER É IGUAL CIRCO:
Sempre tem lugar para mais um palhaço...
O QUE SE DEVE DAR A UM HOMEM QUE PENSA QUE TEM TUDO?
Uma mulher para ensiná-lo como funciona!
POR QUE OS HOMENS QUEREM CASAR COM VIRGENS ?
Porque eles não suportam críticas! (ótima)
COMO SE CHAMA UM HOMEM INTERESSANTE NO BRASIL?
Turista.
POR QUE APENAS 10% DOS HOMENS VÃO PARA O CÉU?
Porque se todos fossem, seria o inferno!
QUAL O NOME DA DOENÇA QUE PARALISA AS MULHERES DA CINTURA PRA BAIXO?
Casamento
O QUE ACONTECEU À MULHER QUE CONSEGUIU ENTENDER OS HOMENS?
Ela morreu de tanto rir e não teve tempo de contar a ninguém.
POR QUE É QUE OS HOMENS TÊM A CONSCIÊNCIA LIMPA?
Porque nunca a usam.... (perfeito)
POR QUE DEUS CRIOU PRIMEIRO O HOMEM, E DEPOIS A MULHER?
Porque as experiências são feitas primeiro com animais e depois com
humanos!!! (essa é a melhor revanche)
POR QUE OS HOMENS GOSTAM DE MULHERES INTELIGENTES?
Porque os opostos se atraem! (hahaha)
QUAL A DIFERENÇA ENTRE OS HOMENS E AS FRUTAS?
Um dia, as frutas amadurecem.. . (essa é ótima!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkk. ...)
POR QUE AS PILHAS SÃO MELHORES QUE OS HOMENS?
Porque elas têm pelo menos um lado positivo..
QUAL A SEMELHANÇA ENTRE O HOMEM E O CARACOL ?
Ambos se arrastam, tem chifres, e acreditam que a casa é deles!!! (hahaha)
POR QUE SÃO NECESSÁRIOS MILHÕES DE ESPERMATOZÓIDES PARA FERTILIZAR
UM ÚNICO ÓVULO ?
Porque os espermatozóides são masculinos e se negam a perguntar o caminho!!! (hahaha é isso aí)
QUANDO É QUE UM HOMEM PERDE 90% DE SUA INTELIGÊNCIA?
Quando fica viúvo! (rsrsrs)


sábado, 27 de fevereiro de 2010

Casal é tudo igual (Luís Fernando Veríssimo)

 

Os livros do L.F. Veríssimo são ótimos, podendo compre o livro ajude o autor.

Carlos kurare








 Casal é tudo igual (Luís Fernando Veríssimo)

Ele: – Alô?
Ela: – Pronto.

Ele: – Voz estranha… Gripada?

Ela: – Faringite.

Ele: – Deve ser o sereno. No mínimo tá saindo todas as noites pra badalar.

Ela: – E se estivesse? Algum problema?

Ele: – Não, imagina! Agora, você é uma mulher livre.

Ela: – E você? Sua voz também está diferente. Faringite?

Ele: – Constipado.

Ela: – Constipado? Você nunca usou esta palavra na vida.

Ele: – A gente aprende.

Ela: – Tá vendo? A separação serviu para alguma coisa.

Ele: – Viver sozinho é bom. A gente cresce.

Ela: – Você sempre viveu sozinho. Até quando casado só fez o que quis.

Ele: – Maldade sua, pois deixei de lado várias coisas quando a gente se casou.

Ela: – Evidente! Só faltava você continuar rebolando nas discotecas com as amigas.

Ele: – Já você não abriu mão de nada. Não deixou de ver novela, passear no shopping, comprar jóias, conversar ao telefone com as amigas durante horas…

… Silêncio ….

Ela: – Comprar jóias? De onde você tirou essa idéia? A única coisa que comprei em quinze anos de casamento foi um par de brincos.

Ele: – Quinze anos? Pensei que fosse bem menos.

Ela: – A memória dos homens é um caso de polícia!

Ele: – Mas conversar com as amigas no telefone…

Ela: – Solidão, meu caro, cansaço… Trabalhar fora, cuidar das crianças e ainda preparar o jantar para o HERÓI que chega � noite…Convenhamos, não chega a ser uma roda-gigante de emoções…

Ele: – Você nunca reclamou disso.

Ela: – E você me perguntou alguma vez?

Ele: – Lá vem você de novo… As poucas coisas que eu achava que estavam certas… Isso também era errado!?

Ela – Evidente, a gente não conversava nunca…

Ele: – Faltou diálogo, é isso? Na hora, ninguém fala nada. Aparece um impasse e as mulheres não reclamam. Depois, dizem que faltou diálogo. As mulheres são de Marte.

Ela: – E vocês são de Saturno!

…Silêncio…

Ele: – E aí, como vai a vida?

Ela: – Nunca estive tão bem. Livre para pensar, ninguém pra me dizer o que devo fazer…

Ele: – E isso é bom?

Ela: – Pense o que quiser, mas quinze anos de jornada são de enlouquecer qualquer uma.

Ele: – Eu nunca fui autor itário!

Ela: – Também nunca foi compreensivo!

Ele: – Jamais dei a entender que era perfeito. Tenho minhas limitações como qualquer mortal..

Ela: – Limitado e omisso como qualquer mortal.

Ele: – Você nunca foi irônica.

Ela: – Isso a gente aprende também.

Ele: – Eu sempre te apoiei.

Ela: – Lógico. Se não me engano foi no segundo mês de casamento que você lavou a única louça da tua vida. Um apoio inestimável…Sinceramente, eu não sei o que faria sem você. Ou você acha que fazer vinte caipirinhas numa tarde para um bando de marmanjos que assistem ao jogo da Copa do Mundo era realmente o meu grande objetivo na vida?

Ele: – Do que você está falando?

Ela: – Ah, não lembra?

Ele: – Ana, eu detesto futebol.

Ela: – Ana!? Esqueceu meu nome também? Alexandre, você ficou louco?

Ele: – Alexandre? Meu nome é Ronaldo!

…Silêncio…

Ele: – De onde está falando?

Ela: – 578 9922

Ele: – Não é o 579 9222?

Ela: – Não.

Ele: – Ah, desculpe, foi engano.

Depois de um tempo ambos caem na gargalhada.

Ele: Quer dizer que você faz uma ótima caipirinha, hein?

Ela: – Modéstia � parte… Mas não gosto, prefiro vinho tinto.

Ele: – Mesmo? Vinho é a minha bebida preferida!

Ela: – E detesta futebol?

Ele: – Deus me livre… 22 caras correndo atrás de uma bola… Acho ridículo!

Ela: – Bem, você me dá licença, mas eu vou preparar o jantar.

Ele: – Que pena… O meu já está pronto. Risoto, minha especialidade!

Ela: – Mentira! É o meu prato predileto…

Ele: – Mesmo! Bem, a porção dá pra dois, e estou abrindo um Chianti também.Você não gostaria de…

Ela: – Adoraria!

….Ele dá o endereço.

Ela: – Nossa, tão pertinho! São dois quarteirões daqui.

Ele: – Então? É pegar ou largar.

Ela: – Tô passando aí, Ronaldo.

Ele: – Combinado, vizinha.

 

 

Maldito círculo vicioso da miséria






Lembrei-me dos marimbondos...
Do maldito círculo vicioso da miséria...
Gato gordo não pega rato... Etc. e tal...
Carlos Kurare

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém.

Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação".
Adrian Rogers, um pastor americano. (http://oglobo.globo.com/pais/noblat/mariahelena/posts/2010/02/13/um-pensamento-265790.asp)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

“vai, pula, faz teu nome!”



O ser humano sempre me surpreenderá, pois a negligência, a imprudência e a imperícia nos acompanham como praga.
Eu me pergunto como alguém faz tamanha bobagem? Só pode ser com o intuito de nos fazer rir muito!!!
Carlos Kurare
“vai, pula, faz teu nome!”

My way, gosto de ouvi-la...





Eu tenho um jeito assim... Meio diferente, meio sem jeito.
Muitas vezes fico sem jeito, pois não me ajeito ao seu jeito. Não me ajeito a jeito algum. Sou deste jeito, não tem jeito!

Esta música, toca e me toca e desentoca há décadas! Vivo a toque de caixa! A toque de música! A não me toques! Ah! Toque a música!

My way, gosto de ouvi-la na voz do Sinatra. Mas como sou resiliente que nem chiclete velho, também gosto da interpretação do Elvis. Tive uma vez uma namorada passageira, lá pelos meus 23 anos, que adorava o Elvis, eu não a entendia e muito menos ela a mim, o interessante é que com o tempo, passei a gostar do Elvis, e mais de mim. Mas, dela esqueci não a tenho mais na Cuca. Vejo que cresci. 

Espero que você, como eu, goste das duas. E de outras que tanto ouvi.
As fotos são minhas, este ano meterei a mão na fotografia como uma criança o faz num vidro de jujubas coloridas eu prometo.

Olhe meus caminhos sempre foram trilhados com passos firmes, mas sem rumos definidos, caminhei caminhos, tortuosos, e rasguei vestes em espinhos de morangos silvestres... Saboreei morangos pelo caminho. Furei minhas mão em farpas da floresta e enroxei minhas pernas nas águas frias dos rios de junho. Não tenho tatuagens, tenho, sim, muitas cicatrizes, mas elas lembram-me histórias, fatos e emoções muito mais coloridas.

Procurei nunca me vender... Barato!

Bem... Ouça a música você vai gostar.
Carlos Kurare

My Way - Frank Sinatra



My Way - Elvis Presley

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

AnDORinha...


AnDORinha...

Tudo... Nada tem de valor, se não tivermos com quem partilhar.
Sei de pessoas que têm muito de muito, viajam, compram adereços etiquetados, divertem-se com o poder do vil metal, enebriam-se com um “bom vinho” têm muitas companhias, mas, muitas vezes, na calada da noite, quando uma dor lhes invade, não têm o carinho e a quentura de um abraço amigo, ou a refrescante e necessária voz que lhes diga:

- Tadinha... Vai sarar!
- Você sofre querida, mas eu padeço com você, pois vê-la aflita, me faz mal, mas, abraçá-la e beijar sua fronte com ternura, me alivia a dor de vê-la nesse martírio.
- Quero estar sempre com você, nos seus piores momentos, pois, só quem realmente ama, sucumbe à dor de ver a dor de quem ama!
- vou ficar aqui acordado, ao seu lado, gritando minhas lamúrias, no mais profundo silêncio, para não acordá-la, agora que finalmente adormeceu, num sono etéreo e eterno.
Fica em paz minha companheira, minhas lágrimas me acompanharão, pois sempre levarei comigo como pena que não se paga, e sempre terei pena para escrever sobre a pena que senti ao ver suas penas a adejar no ar, como num sublime balé cósmico.
Pelas ruas, pelos ares, pelas matas e casamatas de concreto e aço, vou continuar meu caminho, amigo da solidão, até que outra ave, voe arrebatadoramente para dentro do meu coração. Ou que eu seja vítima também... de um carro... ou...de um Gavião.

Carlos Kurare


"Não importa o quê você tem na vida, mas quem você tem na vida."

1 - Sua companheira foi  pega por um carro num vôo rasante na rua.












2 - Ele traz comida para ela, e a atende, com amor e compaixão.










3 -  Ao  perceber que sua amada está morta
e que nunca mais voltará para ele...
Chora, tristemente, a perda de seu venerado amor...
- Finalmente consciente de que ela não retornaria jamais...
Permaneceu ao lado de seu corpo com tristeza .














terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Voz! Apenas uma voz, nada mais que uma voz!

Voz! Apenas uma voz, nada mais que uma voz! Concerto para uma única voz. Uma única voz pode calar multidões, ou inflamar corações. Apenas uma única voz.
carlos kurare 

Por Acho Manzi (Homero Luis Manzione) Concerto pour une voix ganha letra.
Gina María Hidalgo
Llamame… cuando tengas
que sentir mi carino,
cuando te duela el corazon,
cuando se junten
con tus ojos los mios…
Cuando escuches mi cancion,
cuando no puedas
encontrar tu camino.
Llamame y veras
que soy la voz
que se transforma en mujer.
Soy el origen del ser
la estacion del mundo
que has de tener,
abrazame asi…
y volveras a ser feliz,
volveras a revivir,
volveras a mi
con amor…
Porque es asi
porque siempre sera asi
cada vez que tu me llames
amor…
Soy la…soy la… soy la… voz.

É preciso deixar o amor ir


É preciso deixar o amor ir, para onde o amor quiser ir. Não reprima o amor, não oprima o amor, não comprima o amor... Deixe-o ir... Deixe-o correr por seus campos de margaridas brancas, deixe-o ser levado pela branda brisa de uma manhã hibernal... Deixe-o ir.
Apenas abra seus braços, feche seus olhos e sinta-o atravessar seu corpo enquanto parte.
Deixe-o ir e, talvez, voltar seja apenas uma questão de tempo e não de espaço. Evite espalhar arames farpados ao redor de suas margaridas.
Lembre-se: seu amor poderá não voltar, mas, outro virá! Não vendo amarras,  grilhões, arames farpados que cercam jardins, outros virão! Outros sempre virão!

Carlos Kurare

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Diferenças entre o cérebro masculino e o feminino

Humor - Reflexão - Diferenças entre o cérebro masculino e o feminino


 

...


Motoboy by Marco Luque

Sorria! Só ria! Um texto muito bom, acompanhado de um excelente desempenho do Marco Luque.
Carlos Kurare

O gosto amargo da guerra.


Fiquei primeiramente estupefato, e segundamente, apaixonado, literalmente...Lágrimas verteram pelo monitor, e escorreram pelo teclado.Adoraria abraçar essa menina. Imagino aqui, o que ela estará fazendo daqui a alguns anos...E nosso povo aqui vendo Faustão, Gugu e marmelada. Só quem sentiu, na carne da língua, o gosto amargo da guerra sabe como dói a dor da espera...Sabe como é doce o sabor do regresso!
Carlos Kurare



“Este vídeo apresenta a ganhadora do programa "Ukraine’s Got Talent",  Kseniya Simonova, de 24 anos, desenhando uma série de imagens em uma mesa de areia iluminada mostrando como as pessoas comuns foram afetadas pela invasão alemã durante a Segunda Guerra Mundial. Seu talento, que é claramente diferente, é fascinante de olhar.
A Grande Guerra Patriótica, como é chamada na Ucrânia, resultou na morte de ¼ da população, com 8 a 11 milhões de mortos em uma população de 42 milhões de pessoas” (autor desconhecido)

sábado, 20 de fevereiro de 2010

vou pra qualquer canto onde possa ouvir...o som do silêncio




Se em um mês eu não encontrar um canto, vou pra qualquer canto, cantar meu canto, pois meu canto há de encontrar um canto, tão doce, como o canto do meu canto. Tão quente... como o canto que tenho em mente, ou então vou pros quintos dos infernos, pois sei que lá há cantos quentes e eternos.

Carlos Kurare

The sound of silence - O som do silêncio - Simon & Garfunkel

Imagens Belas e de repente voeiiiii!


Imagens Belas e de repente voeiiiii!

Estas imagens me embriagam, vivo numa cidade tão grande que por isso me é pequena, encontro e desencontro-me com pessoas num mundo adverso, esbarro nelas em prosa e verso, contorço-me em esquinas e paralelas, vejo praças, e gosto delas. Sucumbo desejos e promessas. Amo mulheres, mas, não encontro meu anverso. Fico feliz fico perplexo, gosto do Roberto, do côncavo e do convexo. Sou assim introspectivo e imodesto. Amo mulheres, mas, no momento, não as côncavo nem convexo! Preciso beber do suco amargo do desejo, quero molhar meu peito com o suor de seus beijos, vejo mulheres, mas, não me permitem ser inteiro, ser completo ou complexo A simplicidade me agrada, mas também preciso beber do sem nexo, ver os confins do universo, declamar em prosa e verso. Ser destro e ambidestro. Quero a mulher que suprima este desejo de sexo. Mas quero a mulher que me imprima na pele, palavras, encantos, pedaços de pura magia. Quero mulher inteira, sublimada, sem nostalgia. Quero mulher que me deixe boa lembrança, e não mera melancolia. Quero mulher que corte minha carne e não me deixe marcas vazias. Quero você... Menina! Pura! ...Pura... Alquimia!

Sampa 20/2/2010 12:09

 Aviso um:

Obs.: Meus textos são feitos e postados sem muita revisão, pois evito amputar a emoção do momento que os crio. Caso você detecte algum erro de concordância, de ortografia etc. e tal avise-me, por favor, para que eu o corrija.
Aviso Dois:

Desculpe-me a péssima qualidade da postagem. Sei que a voz tá uma droga,o texto foi feito às pressas, o vídeo ficou uma meleca, mas fiz a passagem de eslaide para vídeo com dificuldades, pois, só ontem aprendi como fazê-lo, preciso dominar o conhecimento dos softwares. Depois conserto os erros, as falhas, a música de fundo e o maldito barulho da obra ao lado do meu ouvido... “concerto” depois!!!
Carlos Kurare

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Mônica e Eduardo - Adolar Gangorra - Pra rachar de rir

Texto delicioso do Adolar
Mônica e Eduardo
Por Adolar Gangorra
18/05/01
Esse texto é uma análise comportamental crítica sobre Eduardo e Mônica (aquela música que todo mundo tem obrigação de tocar em churrascos, ao lado de Wish You Were Here, Stairway to Heaven, etc ....) A música Eduardo e Monica da banda Legião Urbana esconderia uma implicância com o sexo masculino? É o que garante Adolar Gangorra. Leia e confira.

O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista.  Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava.  E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso.

Como no caso da música Eduardo e Monica, do álbum Dois da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente enquanto a feminina (Monica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos.

Analisemos o que diz a letra. Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente ("Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram") ao mesmo tempo que tentar dar uma imagem forte e charmosa à Monica ("enquanto Monica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram"). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã, como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura ("Festa estranha, com gente esquisita..."). Bom, "Festa Estranha" significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poder fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. "Gente esquisita" é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da Via-Láctea. Enfim, esta era a tal "festa legal" em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos ("- Eu não estou legal. Não agüento mais birita"). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Monica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground. Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram ("E a Monica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar"). Vamos por partes: em "E a Monica riu" nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Monica para com Eduardo. Ela, bêbada inveterada, ri de um bêbado inexperiente!

Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se "quis saber um pouco mais" leia-se "quis dar para"!  É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Monica. A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo "boyzinho que tentava impressionar"!  É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como "boyzinho"... Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Monica de bicicleta, como consta na quarta estrofe ("Se encontraram então no parque da cidade A Monica de moto e o Eduardo de camelo"). A não ser que o Eduardo fosse um beduíno, e estivesse realmente de camelo, mas ainda nesse caso não seria um "boyzinho". Se alguém aí age como boy, esta seria Monica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 ("Ela era de Leão e ele tinha dezesseis") todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Monica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu? Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Monica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo ("O Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Monica queria ver um filme do Godard"). Atitude esta nada democrática para quem se julga uma liberal. Na verdade, Monica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto, em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado pra caralho e com muitas cenas de baitolagem.

Em seguida Russo utiliza o eufemismo "menina" para se referir suavemente à Monica ("O Eduardo achou estranho e melhor não comentar, mas a menina tinha tinta no cabelo"). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. À pouco vimos Monica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Note que Russo informa a idade de Eduardo, mas propositadamente omite a de Monica. Além disto, se Monica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril ou porque é uma baranga escrota mesmo.

O autor insiste em retratar Monica como uma gênia sem par. ("Ela fazia Medicina e falava alemão") e Eduardo como um idiota retardado ("E ele ainda nas aulinhas de inglês"). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar "iéis", "nou" e "mai neime is Eduardo"! Incomoda como são usadas as palavras "ainda" e "aulinhas", para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente. Coitado do Eduardo, é um jumento mesmo...

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois ("Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud"). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.As, muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão "do Bandeira". Francamente, "Bandeira" é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí, cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar "Êta" com "Tiêta" e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo ("E o Eduardo gostava de novela") e crianção ("E jogava futebol de botão com seu avô"). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões!  É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos ("Ela falava coisas sobre o Planalto Central, também magia e meditação"). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada ... Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Monica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto ("E o Eduardo ainda estava no esquema "escola - cinema - clube - televisão"). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse "bar da esquina - terreiro de macumba - sauna gay - delegacia"?? E qual é o problema de se ir a escola, caramba?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Monica ("Eduardo e Monica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar"). Por ordem: 1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto. 2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo. 3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra ("A Monica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar"). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Monica trabalha na previsão do tempo? Não. Monica é geóloga? Não. Monica é professora de química? Não. Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba? Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência ...

Ainda em "Ele aprendeu a beber", não precisa ser muito esperto pra sacar com quem... é claro, com Monica, a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Monica! Grande contribuição!

Depois, temos "deixou o cabelo crescer". Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Monica na cabeça do iludido Eduardo. Sempre à frente em tudo, Monica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade ("E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular"). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Monica deverá estar ganhando o seu prêmio Nobel. Outra prova da parcialidade do autor está em ("porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação"). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Monica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.

O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. Bem típico de algum recalque homossexual do autor, talvez magoado com a natureza masculina. É sabido que em todas culturas e povos existentes, o homem sempre oprimiu amulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra.

Por quê? Ora, porque tanto homens, mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até... Renato!
Adolar Gangorra tem 71 anos, é editor do periódico humorístico Os Reis da Gambiarra e não perde um show sequer dos The Fevers.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Pedaço de mim


Uma das músicas que me explicaram o real sentimento de pungente saudade foi “Pedaço de mim” do genial Chico Buarque.
 Como é bom ter saudade. Sou um privilegiado, tenho boas reminiscências.


"A saudade mata a gente, morena.A saudade é dor pungente, morena"
Em matéria de saudade, sou mestre. Já em matéria de dor sou PhD!


Fiz meu rancho na beira de um rio
Meu amor foi comigo morar
E na rede nas noites de frio
O meu bem me abraçava pra me agasalhar
Mas agora meu deus, vou me embora
Vou me embora e não sei se vou voltar
A saudade nas noites de frio
Em meu peito vazio virá se aninhar
A saudade mata a gente morena
A saudade é dor pungente, morena
A saudade mata a gente morena
A saudade é dor pungente morena 

Antônio Almeida e João de Barro

pungente
1. que tem ponta aguçada; perfurante.
2. que provoca dor.
3. penetrante.
4. cáustico, de paladar forte, picante.  
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A arte esgueira-se por todos os cantos e recantos!

A arte esgueira-se por todos os cantos e recantos! Que maravilha!
Mike canta e encanta!
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Carlos Kurare
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Quem vem acender faróis na costa do mar bravo?!


Às vezes me pergunto isso, quem vai me telefonar nesta madrugada quente, onde meus pensamentos desintegram-se como a comida congelada que mal comi (na verdade comi e comi-a mal), afinal que “mau” comi? O telefone não toca, mas isso não é tão assustador quanto ao fato de eu não ter para quem tocar isso sim é amedrontador: não ter para quem ligar de madrugada é o mesmo que estar perdido no roteiro como em Lost. Nessas horas que é bom ter-se um amigo como o house, pois podemos ligar e não ligar de ferrar com o sono dele.
Você já se perguntou? Por que não toco pessoas? Por que elas não me tocam? Por que tocamos em frente, sem nos tocar que, sentar num toco e refletir, por uma música pra tocar, possa tocar nossa alma que, precisamos tocar em frente.
Tocar pessoas, tocar o ser amado, ou se tocar que, se não temos um ser amado, é por que não estamos tocando a música certa, não estamos no ritmo.
Podemos ir de férias a Disneylândia e dar boas risadas, trazer boas recordações, mas o legal pra mim é ter uma companhia que me faça rir, chorar, cantar, amar, “sexuar”, e me toque com dedos de borboleta, todos os dias do ano. A diney que se dane! Quero é ouvir sininhos, sem pegar fila, quero é patetear e plutear, sem avarentismos Patinhescos.
Cadê o lampadinha, acende o farol!!! Puxa não leio um quadrinho desses há décadas! Bem, leio os meus, afinal, minha vida é quadradinha. Preciso me purificar... Quero ir pro mar, sentar na quente areia da praia e contar historinhas de fazer sorrir, chorar, e gargalhar. Mas não quero ir sozinho! Topas?
Carlos kurare

 Poema na voz de Carlos Kurare

Noite

Milhões de barcos perdidos no mar!
Perdidos na noite!
As velas rasgadas de todos os ventos
os lemes sem tino
vogando ao acaso
roçando no fundo
subindo na vaga
tocando nas rochas!
E quantos e quantos naufragando...
Quem vem acender faróis na costa do mar bravo?!
Quem?!
Manuel da Fonseca, Rosa-dos-Ventos

Muito além de um jardim!

Flor cuidada por mim Flor Amorosa Num belo dia desejei só para mim Mulher amorosa e decente E como jardineiro diligente Semeei a...