Mostrando postagens com marcador Poesia em vídeo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia em vídeo. Mostrar todas as postagens

sábado, 7 de janeiro de 2017

Muito além de um jardim!

Flor cuidada por mim


Flor Amorosa

Num belo dia desejei só para mim
Mulher amorosa e decente
E como jardineiro diligente
Semeei a melhor semente enfim

Sei que é questão de tempo para sua vinda
Para perfumar a minha vida com afinidades
E sei que, se não for bela, será muito linda
Pois será isenta de espinhos e de vaidades

Agora aguardo com paciência
Minha flor parir no meu jardim
Com aroma, com essência
E com a sua bela cor carmim

Carlos Kurare

Jampa - 2017-01-07 09:31
(poema feito em 50 minutos, portanto, não o leve muito a sério!)


Poema de minha filha Lívia - Voz de Carlos Kurare


Flor Amorosa (Joaquim Callado e Catullo da Paixão Cearense) por Lysia Condé



Flor Amorosa - Catullo da Paixão Cearense e Joaquim Callado - Maria Martha

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Flor de Mandacaru



No interior da bela Paraíba há pegadas de dinossauros com mais de 120 milhões de anos! No sertão desse estado o clima protege, calorosamente, a memória de um passado distante.

No interior de meu coração há uma bela paraibana, que tem um gênio, que transpira espinhos de mandacaru, mas que quando dá suas flores... enche-me de alegria, calor e suor!

No nosso clima, mesclado de nordeste e sudeste, procuramos proteger a memória de nosso futuro.
Não é fácil cultivar flores onde a água é escassa, mas em São Paulo ela também não é farta e pouca terra há que possa sorver a sumida garoa de outrora. A cidade está: plástica, asfáltica, sintética, hermética... impermeável!

Nós, no entanto, estamos permeáveis as emoções, que transbordam nos dias e noites da Paraíba.
Nós queremos nos cristalizar, virarmos pegadas de velociraptors de 120 milhões de anos.

E para isso caminhamos de mãos dadas e sob nossos pés deixamos a lama para trás! Somos dinossauros em tempos modernos. Acreditamos no amor, e lutaremos por ele, até a extinção!

Feliz aniversário, minha flor de mandacaru!


Carlos Kurare  (um velociraptor em fuga da extinção)
 Jampa – Paraíba
 2016-08-02 04:28h


Fanatismo Florbela Espanca Voice Carlos Kurare

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Dia do que mesmo?



Dia dos namorados
 Buááááááá!!!


“Saudade é o sumo que escorre dos meus olhos,
 quando a tua lembrança me espreme o coração”
Carlos Kurare




No frio da saudade - Poema by Lívia - Voice by Carlos Kurare

Minha filha escreveu este poema aos quinze anos.

Fanatismo Florbela Espanca Voice Carlos Kurare


Oxente Uai - Ai que saudade d'ocê (Vital Farias)


"Este arranjo compõe o espetáculo 'Eles Passarão, Eu Passarim', projeto de estréia do grupo Oxente Uai. O trabalho é um vôo poético pelo forró, xote e baião, que traz para o palco o cancioneiro popular nordestino em uma roupagem contemporânea. O grupo Oxente Uai propõe uma hibridação entre a música erudita e popular além da soma de outras artes, como teatro, fotografia e literatura. O resultado é uma comunhão de diversos elementos que formam uma textura poética, autoral e sensível acerca do sertão. O espetáculo é um passeio pelos sentidos e sentimentos do sertão em busca de encontros que projetem ainda mais as vozes potentes da arte popular."

O Grupo
Voz: Raísa Campos
Violão e Cavaquinho: Victor Rodrigues
Acordeon e Viola: Gilmar Iria
Violoncelo: Garcia Junior
Percussão: Flávio Cravo

Ficha Técnica
Direção de Imagem e Edição: Vanessa Maciel
Gravação e Mixagem: Fábio Janhan
Produção Musical: Oxente Uai
Cenário: Vanessa Maciel e Raísa Campos
Figurino: Oxente Uai
Concepção de Figurino: Raísa Campos
Projeto Gráfico: Camila Campos
Produção Executiva: Raísa Campos

www.flavors.me/oxenteuai
www.facebook.com/GrupoOxenteUai
contato.oxenteuai@gmail.com


Minha Namorada-Vinícius e Miúcha


Minha Namorada
Vinicius de Moraes

Se você quer ser minha namorada
Ah, que linda namorada
Você poderia ser
Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ser

Você tem que me fazer um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer
E também de não perder esse jeitinho
De falar devagarinho
Essas histórias de você
E de repente me fazer muito carinho
E chorar bem de mansinho
Sem ninguém saber por quê

Porém, se mais do que minha namorada
Você quer ser minha amada
Minha amada, mas amada pra valer
Aquela amada pelo amor predestinada
Sem a qual a vida é nada
Sem a qual se quer morrer

Você tem que vir comigo em meu caminho
E talvez o meu caminho seja triste pra você
Os seus olhos têm que ser só dos meus olhos
Os seus braços o meu ninho
No silêncio de depois
E você tem que ser a estrela derradeira
Minha amiga e companheira
No infinito de nós dois

terça-feira, 1 de outubro de 2013

"Dançar é como tocar uma sinfonia com os pés! É puro monvimento" Carlos Kurare


Sentimos saudade... Não do que perdemos ...mas do que nos faz falta!

Carlos Kurare
Sampa 13/11/2010 06:36

Como é bom viver num mundo onde há arte brota como flores do campo!

Faz-se mais com a magia da arte...
do que com a tecnologia de Marte.

Belíssimo espetáculo de dança, sombras e perspectiva forçada!
Não deixe de ver o vídeo abaixo!
Carlos Kurare

섀도우 춤

VERde Novo! Publicado originalmente em 01/05/13 04:49

quarta-feira, 1 de maio de 2013

"Dançar é como tocar uma sinfonia com os pés! É puro monvimento" Carlos Kurare


Sentimos saudade... Não do que perdemos ...mas do que nos faz falta!

Carlos Kurare
Sampa 13/11/2010 06:36

Como é bom viver num mundo onde há arte brota como flores do campo!

Faz-se mais com a magia da arte...
do que com a tecnologia de Marte.

Belíssimo espetáculo de dança, sombras e perspectiva forçada!
Não deixe de ver o vídeo abaixo!
Carlos Kurare

섀도우 춤

domingo, 31 de março de 2013

Ismália...

Entendo que coisas ruins acabem, mas quando as boas esvanecem-se
 diante dos meus olhos, sinto um aperto aqui dentro. 
Um aperto de partida! 

Carlos Kurare


Ismália na voz de Carlos Kurare - www.carloskurare.blogspot.com


Ismália

Alphonsus de Guimaraens

Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...


A cada passo... uma brasa a menos... para o horizonte.

A vida é um caminhar em brasas... Enquanto manteres o ritmo do caminhar... não queimarás os pés.  Carlos Kurare