domingo, 6 de junho de 2010

Guerras não trazem boas recordações, mas precisam ser lembradas!

Dia D!!!

Guerras não trazem boas recordações,  mas precisam ser lembradas!

Hoje me pergunto: Como seria a vida hoje, sem o desembarque da Normandia? Sem que pessoas boas envolvessem-se para defender o que é certo? Sem que os aliados entrassem na Guerra? Assista se puder os primeiros 21 minutos do filme do Tarantino: Bastardos Inglórios, uma aula de cinema, uma aula de história.
Pois mostra o homem e suas circunstâncias. Veja como o poder permite a barbárie, como ele permite que o mal atávico, que habita o homem alastre-se indiscriminadamente pelas páginas da história.

"A paz é um tempo no qual os filhos enterram os pais, a guerra é um tempo no qual os pais enterram os filhos.” não me lembro o nome do autor.

Infelizmente só pensamos nessas datas em raras ocasiões, infelizmente ninguém se importa até que o seu calo seja pisado, até que seu cão seja morto, até que invadam seu jardim.

A admiração é fruto do conhecimento, ou do desconhecimento, do ser admirado. No caso dos líderes, políticos, artistas e detentores do poder econômico, parece-me que a segunda alternativa é a mais correta. Por isso admiro a obra, não idolatro o criador.

Sampa - 7/6/2010 13:08

Carlos Kurare


O dia 6 de junho de 1944 é uma das datas mais importantes da Segunda Guerra Mundial. Naquela ocasião, uma vanguarda de 175 mil soldados anglo-saxãos (americanos, ingleses e canadenses) desembarcaram corajosamente nas praias da Normandia para libertar a França da ocupação nazistas.
Devido ao volume impressionante de navios de guerra, embarcações de transporte de tropas e aviões dos mais variados tipos e modelos, seguramente o Dia-D, o começo da Segunda Frente, deve ser considerado como a maior invasão aero-naval que a história até então conheceu.


1.Like a toy soldier - Eminen 2. Goodbye Blue Sky - Pink Floyd



A Paz - Zizi Possi - composição: Gilberto Gil e João Donato



A INVASÃO DA NORMANDIA - O DIA D - DOCUMENTÁRIO DE GUERRA

Um comentário:

Anônimo disse...

Há anos assisti o filme Retratos da Vida, com Geraldine Chaplin. Nunca me esqueci de um diálogo que reproduzia mais ou menos o que escrevo aqui:
"O horror da guerra não está no confronto dos que se odeiam, e sim, na separação dos que se amam"

Maria Cereja

Muito além de um jardim!

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