sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mentir arruína vidas, destrói sonhos, deixa amargor na boca!

Kurare  na pele do lobo, digo... do cordeiro!


Hoje é o dia da mentira! Isso em si já é uma grande mentira!

Pra mim dia da mentira é todo dia! Como diria o House... “todos mentem!”

Pensei em anunciar que iria suspender minhas publicações no Blog, mas rapidamente cheguei à conclusão que você não iria acreditar, pois hoje é 1º. de abril. Deixo isso, portanto, para amanhã.

Vou comemorá-lo dizendo uma grande verdade:
Mentir arruína vidas, destrói sonhos, deixa amargor na boca!

Reminiscências...
Em Brasília ao sair de um hipermercado à noite lá pelas dez, cheio de sacolas de compras dessas de plástico que rasgam com facilidade e que dizem que se não as usarmos vamos salvar o planeta (bobagem! O planeta tá ótimo! Não precisa ser salvo, quem precisa ser salvo é essa criaturinha insignificante, vulgarmente conhecida por ser humano) Putz! O planeta já passou por tantos problemas ao longo do tempo... Nós somos o menor de seus problemas. O problema não é a sacola, pois ela é reciclável, o problema é pessoas que não dão destino correto ao lixo. É o estado que não cumpre sua parte no processo. E isso é assunto pra outra hora. Eu pra ser sincero fico mais preocupado é com lixo nuclear, rejeitos tóxicos que abundam e muitas vezes escapam sorrateiros dos acidentes das usinas nucleares. Aguarde... acidentes piores virão e você não tem a menor idéia como essa gente brinca de dia do juízo final nessas chaleiras de água quente.
Bem, voltando ao mundo real, fui abordado de forma brusca por um casal que andava também com as tais demoníacas sacolinhas de super-mercado. O Cidadão Kane, me olha olho nos olhos, sim ele só tinha um olho, o outro estava semi-serrado, tipo pirata do caribe, e com uma voz sedosa de quem já tomou todas do dia urrou!
- O senhor tem algum dinheiro ai pra eu tomar uma pinga?
- Não vou mentir pro senhor não! É pra beber mesmo!
Numa fração de segundos fiz uma rápida varredura no citizen, pois ao me chamar de senhor (puxa o cara tem mais educação do que muito dublê de universitário. Bem... voltemos a minha serenidade costumeira...
A mulher que andava com ele tinha um cabelo assim meio perdido, mas tinha um olhar de felicidade meio encontrado, sim era zaroia um olho encontrava-se com o outro num como numa dança de esponsais! Ambos desfrutavam de uma alegria ímpar e contagiante.
Nessas horas que percebo como é simples ser feliz, basta estar satisfeito com o que você tem. Mesmo que seja pouco, mesmo que pouco seja. Nesse momento fui contagiado, senti-me abduzido por aquela tal felicidade! Não... não tomei umas com eles não! Mas dei uma grana e disse a eles
- olha nada de comprar comida com este dinheiro não! Hein!?
- Estou dando, mas é pra comprar bebida! Certo!
Ela num arroubo de felicidade escancarou um sorriso em minha direção e disse algo ininteligível, mas com muita alegria, o que me fez notar a ausência de alguns dentes e apreciar a existência de outros amarelos e furta-cores que brotavam de sua face... prematuramente envelhecida.
Esses andarilhos não têm vida longa... vida longa aos andarilhos!

Bem... é por isso que digo: A verdade liberta o que a mentira aprisiona!

E falo a verdade agora: Desejo a você um bom dia da mentira!

Carlos Kurare

Sampa - 1/4/2011 18:12



"A lua, tal qual a dona do bordel,
Pedia a cada estrela fria
Um brilho de aluguel"

Que lindo...esse trecho da música ele instiga a mentira, é genial!

Menina e menino não brilhem como lâmpada fluorescente!
Procurem brilhar como a lâmpada incandescente
Que por consumir mais energia, gera um calor mais quente!
Não minta... seja docemente... gente! Gente... decente!
Carlos Kurare
Sampa - 1/4/2011 19:25



Elis Regina O Bebado e A Equilibrista


Só tinha de ser com você - Elis Regina


Simmmmm! Sei que minhas rimas são pobres! Tão pobres como a minha conta corrente! (putz lá se vai mais uma penca!)
Acha que é fácil ser um Chico Buarque que faz redondilhas ou rimas com palavras proparoxítonas? Vá se acostumando... sou um poeta raso! Não tenho tempo para esmero.
Ou escrevo como um poeta obtuso
ou o poema fica todo inconcluso
Caracas! Como sou cara de pau citar o Chico foi de uma petulância ímpar! Par! Ganheiiiiii!

?:0)

Carlos Kurare

5 comentários:

Silvana Bacana disse...

Genial seu texto de hoje,adorei Carlos. Você é realmente gente ... decente!!!

maria regina disse...

Que bom que estás de volta, Carlos.

Preciso te falar das minhas emoções e te agradecer pelos presentes que o teu Blog, generosamente, tem me dado.
Passeando pelas postagens dos vídeos, encontrei uma do grupo Ladysmith Black Mambazo. Não conhecia o grupo, mas reconhecia o que eu já havia escutado e considerado de uma beleza ímpar. Sempre falava o quanto a música Black mexia comigo e eu nunca soube explicar por quê. Continuo sem saber... É daquelas coisas que não compreendemos, mas que mexem profundamente e invadem a alma. Sabe como é?
Mas... não é qualquer música, qualquer voz; essa a voz que mexe c a minha alma. Obrigada por tê-la apresentado pra mim e pra outros milhares de leitores e leitoras. Talvez você nem tenha a noção de como contribui, de como faz parte das vidas desses invisíveis.

Grande e afetuoso abraço.

Regina Gomes

Carlos Kurare disse...

Maria Regina,

São estes momentos que me tocam... obrigado pela generosidade das palavras... São esses sentimentos embriagantes que me motivam a manter o Blog vivo!

Aceite também de mim... um grande e afetuoso abraço.

Carlos Kurare

Anônimo disse...

seu texto sobre o homem macaco é totalmente sem sentido estude um pouco mais sobre o Homem e sua centelha divina que verás a ignorancia de suas palavras.

Carlos Kurare disse...

??? Qual texto? Dá pra ser mais explícito ou não percebeu que o vídeo não é meu. Hello???
Ah! Por falar em ignorância das palavras... Vai aqui uma dica: ignorância tem acento!

Sem sentido é publicar as palavras de um anônimo e como pode perceber eu o faço! Sem sentido é ver que há homens de um só livro e eles existem. Sem sentido é não tolerar as diferenças, e são muitos os que não as toleram.

“Eu tenho medo do homem de um livro só!” Ah! Também tenho medo do escuro... do escuro da ignorância... com acento é claro!

Carlos Kurare

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