terça-feira, 27 de março de 2012

tec tec tec tec tec tec tec tec

A foto é minha, mas a mão e a flor são de meu pai. Clique na foto para ampliá-la!

Eu estava “odiosamente” a teclar no MSN (se você soubesse como odeio esse tipo de comunicação). Poxa! Gente é pra falar, ver e ouvir! Essa história de ficar teclando é um ato de sabotagem! Sabota-se sentimentos e inteligência nesse processo de conhecimento, tão em uso na atualidade, não entendo com os recursos possíveis pela internet de áudio ou de vídeo ou o telefone, há pessoas que só têm interesse em teclar. Parecem gostar de esconderem-se com o manto da invisibilidade. Várias pessoas já me disseram possuir amigos virtuais há anos e nunca os viram e mesmo assim dizem poder contar com eles. Por Tutatis!!! Como é possível chamar de amigo alguém que nunca se viu? Que nunca vem dar a mão num momento de emergência real? Eu digo para essa gente: Fique doente como já vi muitos ficarem, e passarem dificuldades. E se seu amigo virtual aparecer para lhe dar a mão eu lhe direi: é esse amigo virtual é um amigão mesmo. Se bem que, se ele aparecer obviamente deixou de ser virtual. Passou a ser real, factível, e ai volto a ter razão.
Posso até entender uma amizade de outro país, tipo àquele amigo do Acre, de Roraima de Serra-leoa do Butão... mas amigos virtuais na mesma cidade. Helllloooooo!!! Isso é doideira! Pessoas assim têm talvez um colega (virtual) nunca um amigo!
E muito menos... um camarada!

ói nóis aqui traveis - demônios da garoa - Música do saudoso Adoniran Barbosa

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