domingo, 10 de junho de 2012

Ponte que o partiu!!!

Cartum do genial Quino -  Clique na imagem para ampliá-la!


Sem comentários! O desenho acima diz muito do comportamento humano. Ao ler a reportagem abaixo de imediato lembrei-me deste genial cartum do Quino. Na livraria Cultura do shopping Bourbon você encontra vários livros do Quino.
Carlos Kurare


Fonte: Thinkstock

"Raios e trovões”... É isso – ou coisas piores – que todo mundo fala ao bater o dedo na quina do sofá ou pisar descalço em uma peça de LEGO. Não adianta negar, todo mundo pragueja quando sente dor. E isso não acontece por acaso, afinal de contas, existe uma razão científica para que as pessoas soltem palavrões e ofensas para o que estiver por perto no momento de dores mais agudas.
Um estudo da Universidade de Keele (no Reino Unido) chegou à conclusão de que praguejar pode contribuir para que as pessoas sintam até 50% menos dor do que aquelas que não soltam palavras mais duras. Para chegar a isso, os pesquisadores colocaram as mãos de 64 voluntários em águas quase congeladas em dois momentos: pediram para que eles repetissem palavras ofensivas num deles e, depois, fizeram o mesmo com palavras comuns.
Quando diziam palavrões, os voluntários conseguiam ficar com as mãos na água gelada por dois minutos (em média). Isso representa 45 segundos a mais do que acontecia quando estavam apenas dizendo frases comuns – 1 minuto e 15 segundos.

Por que isso acontece?

Segundo Richard Stephens, um dos psicólogos responsáveis pelo estudo da Universidade de Keele, “praguejar faz a sua tolerância à dor aumentar”. Uma das principais razões para isso é a percepção da dor, que acaba ficando menos presente na mente de quem acabou de se machucar. Stephens reforça: “A prioridade é fazer com que a dor vá embora. Se praguejar piorasse, isso não teria lógica”.
O pesquisador também chegou à conclusão de que quanto mais uma pessoa utiliza palavrões no cotidiano, menos efeito “analgésico” eles oferecem. Por essa razão, nas mulheres eles acabam sendo mais eficientes do que em homens – visto que eles costumam falar mais do que elas."

Fonte: Time e LifeHacker
Via: Tecmundo


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