quarta-feira, 19 de junho de 2013

Luz do sol...que a folha traga e traduz em "VERde Novo"




Luz do sol...que a folha traga e traduz em "ver"de novo... 
Postagem abaixo publicada originalmente em: Quarta-feira, Setembro 22, 2010


Entre macacos e orangotangos...há grandes diferenças!


Você já reparou o grau de desatenção que perambula pelos relacionamentos? As desatenções pulam de galho em galho numa velocidade peculiar a macacos histéricos quando fogem de um predador.

Não me admira que haja tanta gente “livre, leve e solta” por aí! Ou seja: so.zi.nha. Ah! Não me venham com esse papo que estar só é bom! O termo correto para estar só é: boa! ... Boa desculpa para solitários! Encher a noite e o dia de atividades, não faz de uma pessoa uma “não solitária”. Só a faz ocupada e sem tempo para perceber a solidão.

Ficar só é bom quando se tem saúde, quando se tem aonde ir, quando se está empregado. Agora... Ficar só... quando uma doença lhe derruba de cama e estupra seu corpo como o “VAMPIRO DE DUSSELDORF”. Ai quero ver quem tem orgulho de bater no peito e se dizer um feliz solitário. Nessas horas é que damos valor a quem está do nosso lado! A quem vive conosco.


Você não tem ninguém à noite para lhe dar aconchego... ah! Isso é triste. Principalmente quando a idade avança e você vai percebendo que nem sempre poderá contar com os amigos. Pois eles, quando existem, também têm a vida pra tocar. Quando essa hora chegar, e ela chega, mais cedo ou mais tarde! Geralmente mais tarde... como os trens do subúrbio. Quero ver quem bate no peito como a macaca chita do Tarzan e diz: vivo só, mas sou feliz!

Eu confesso! Sou auto-insuficiente! Preciso de companhia! ... E companhia feminina! Sinto falta de um corpo quente, ao meu lado, nas noites frias! Sinto falta de um corpo caliente, nas noites quentes!
Quero praticar amores de Orangotangos!

Eu quero uma fêmea de orangotango só pra mim.
Com aquele olhar embebido na mais doce ternura, com os movimentos delicados de uma bailarina,
eu quero dançar... nem que seja tango!
 Com uma fêmea de orangotango!


Macacas de auditório e macacas chinfrins... please! Afastem-se de mim
Quero dançar tango e ir à loucura, com uma bailarina vestida de carmim


Oras... Go tango!


São Paulo - 21/9/2010 14:51

Carlos Kurare



"COMO NASCE UM PARADIGMA



Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma gaiola e, no meio desta, uma escada com bananas em cima.
Toda vez que um dos macacos começava na subir a escada, um dispositivo automático fazia jorrar água gelada sobre os demais macacos....




Passado certo tempo, toda vez que qualquer dos macacos esboçava um início de subida na escada, os demais o espancavam (evitando assim a água gelada).
Obviamente, após certo tempo, nenhum dos macacos se arriscava a subir a escada, apesar da tentação.
Os cientistas decidiram então substituir um dos macacos. A primeira coisa que o macaco novo fez foi tentar subir na escada. Imediatamente os demais começaram a espancá-lo.
Após várias surras o novo membro dessa comunidade aprendeu a não subir na escada, embora jamais soubesse porquê.
Um segundo macaco foi substituído e ocorreu com ele o mesmo que com o primeiro.
O primeiro macaco que havia sido substituído participou, juntamente com os demais, do espancamento.
Um terceiro macaco foi trocado e o mesmo (espancamento, etc.) foi repetido. Um quarto e o quinto macaco foram trocados, um de cada vez, com intervalos adequados, repetindo-se os espancamentos dos novatos quando de suas tentativas para subir na escada.
O que sobrou foi um grupo de cinco macacos que, embora nunca tenham recebido um chuveiro frio, continuavam a espancar todo macaco que tentasse subir na escada.


Se fosse possível conversar com os macacos e perguntar-lhes por que espancavam os que tentavam subir na escada ... Aposto que a resposta seria:


Eu não sei – Aqui sempre foi assim... "



Como se quebra um paradigma? Me convida para um chá "de" cinco horas, que eu lhe explico!


The Banana Boat Song - Composição: Erik Darling / Alan Arkin / Bob Carey

Infelizmente não achei a versão com a música que tenho aqui na voz do Wilson Simonal. Gosto das duas!



(Postado originalmente em 22/09/2010 pequena alteração sem revisão, sim sou preguiçoso e daí, vai encarar?)

3 comentários:

Marina disse...

Lindo! Realmente mil atividades não preenchem o vazio de uma só pessoa...

Carlos Kurare disse...

Marina...
Não preenchem mesmo!!! Só enebriam a mente e turvam a visão!

silvana bacana disse...

Oi Carlos, as fotos dos animais estão simplesmente geniais. Temos que nos acostumar a viver sem um outro, enquanto não o achamos, oras bolas, fazer o quê??? Seguir a vida e aceitá-la como se apresenta..., ser feliz com o que temos no momento.

Muito além de um jardim!

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